quarta-feira, 22 de julho de 2015

COZINHA SAUDÁVEL


Sucessos da Cozinha Saudável - Elisa Mello Soares Biazzi



Com receitas simples e bem planejadas, de pratos a sobremesas, você aprenderá como a cozinha natural é fácil, rica em suas variações e muito gostosa!




Eliza Biazzi


Eliza de Mello Soares Biazzi, escritora, conferencista e pintora com 42 anos de prática em culinária vegetariana e tratamentos naturais. Diretora da Clinica Adventista Vida Natural, com mais de 5 milhões de exemplares vendidos de suas publicações: Viva Natural, Recursos para uma Vida Natural, Saúde pelas Plantas, Plantas Curam, Dicas e Delicias, Guia para Diabéticos, Delicias da Cozinha Natural, Delicias Vegetarianas, 30 Cardápios Almoço e Jantar.

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segunda-feira, 20 de julho de 2015

VIDA DE MULHERES

Vida de mulheres - Carmem Sanchez Gil,



Vida de Mulheres é o mais novo romance de Carmen Sanchez Gil e da Editora Olcana. O livro baseia-se na história de encontro e desencontros de mulheres e homens, no Brasil do século XVI. A história inicia em Granada, Espanha e retrata a saga de Carmel, filha caçula da família Flores Blanes – gente simples, dona de vastas terras produtivas. A espanholinha Carmel, educada por seus pais com amor e humanidade, possui uma forte personalidade. Carmel passa a povoar sua imaginação com essas histórias sobre o Brasil. Sua curiosidade cresce de tal forma que ela decide casar com um militar português, Senhor Felipe Martins, que está prestes a assumir um regime lucrativo em terras brasileiras. No Brasil, um lugar estranho para a espanholinha, longe da proteção familiar e casada com alguém que mal conhecia, a espanholinha vive o desamor e a decepção. Carmel, tão franzina por fora revela ser possuidora de uma fortaleza interior. Mas do que superar os seus problemas pessoais, ela também passa a interferir nos rumos da comunidade brasileira, agindo com coragem e liberdade, nada comum para as mulheres da época. Assim, Carmel passa a socorrer os marginalizados pela sociedade brasileira, especialmente as mulheres, que guardam tremenda sabedoria em seu interior. O resultado desse trabalho tornou-se uma linda colcha de retalhos, do qual, entre as tramas dos tecidos a autora costura as palavras de forma direta e deixa uma mensagem de coragem para todas as mulheres.


QUE AMOR É ESSE?

Que Amor é Esse? Wanda A. Canutti pelo Esp. Eça de Queirós



Que sentimento é esse que, tomando o lugar do amor, determina um comportamento malévolo, capaz de prejudicar o ser amado ? Numa trama que se passa na Europa, Antônio, ainda casado, apaixona-se por Adélia. Dulce, a esposa, desencarna prematuramente e passa a influenciar a família, por não se conformar em ser substituída por Adélia que, no seu entender, rouba o amor do marido e dos filhos. Que amor é esse ? Eça de Queirós presenteia com mais uma história verdadeira e instrutiva.





O RESGATE

O RESGATE -  Octávio Augusto


Baseado em pesquisas sobre a cultura muçulmana, esta trama se passa em meio à "Primavera Árabe", movimento ainda em curso que surgiu em 18 de dezembro de 2010, quando o tunisiano Tarek a-Tayyib Muhammad ibn Bouazizi se autoimolou, em protesto contra a corrupção policial e a opressão do regime político daquele país. Coragem, dedicação e amor se misturam para conseguir libertar, mais do que uma sociedade oprimida, corações acorrentados a um passado vicioso. Muitas vezes, o momento em que tudo parece dar errado é apenas a mão de Deus, indicando que não estamos trilhando o melhor caminho e sugerindo que busquemos novas alternativas.

domingo, 19 de julho de 2015

BANDALHISMO - JOAO BOSCO - 1980









Diretor de Coordenação Artística e
Repertório Nacional - RJ : Lucio Varela
Produção Independente : João Bosco
Técnicos de gravação : Flávio Sena
Luiz Carlos T. Reis (cordas)
Técnico de Mixagem : Flávio Sena
Corte : José Oswaldo Martins
Áudio : Gunther

Capa : Elifas Andreato
Foto João Bosco : Alexandre Sardá
Ilustração : Elifas Andreato sobre fotos de Iolanda Huzak
Arte final : Alexandre Huzak

Gravado nos Estúdios da RCA/RJ em julho/agosto de 1980
Arregimentação : Esdras e Gilberto D'Ávila
Portaria : "seu" Macedo
Edinho (limpeza)
Esveraldo : cafezinho e outras coisas mais.
agradecimentos pessoais



BIOGRAFIA  JOÃO BOSCO 

Resultado de imagem para joao bosco


Em 2001, grava CD duplo ao vivo, com repertório integral do show "Na Esquina Ao Vivo". Faz shows em diversas capitais do país e turnê pela Europa e USA. Faz turnê pela Europa com o pianista cubano Gonzalo Rubalcaba. Recebe uma grande homenagem - para dançar na Gafieira Estudantiva, terá que subir a "Escadaria Cantor e Compositor João Bosco".

» Em 2002, recebe o título "Cidadão de Ouro Preto", concedido pela Câmera de Vereadores da cidade.

» Em 2003, grava o CD "Malabaristas do Sinal Vermelho", pela Sony Music. O Disco marca trinta anos de carreira, num projeto autoral com 11 faixas inéditas, além da regravação de "Andar com Fé" de Gilberto Gil. Todas as faixas foram compostas por João Bosco e Francisco Bosco, exceto "Eu N ão Sei Seu Nome Inteiro" por João, João Donato e Francisco Bosco, "Terreiro de Jesus" por João, Edie Pacheco e Francisco Bosco. O violão insuperável, a busca permanente de novas sonoridades e ritmos, junto à qualidade poética de Francisco Bosco, fazem do CD um clássico da MPB. "Malabaristas do Sinal Vermelho" foi escolhido entre "Os melhores de 2003 na música" pela crítica. Ainda no ano, ocorreu o lançamento do "Song Book João Bosco", pela Lumiar, idealizado e produzido por Amir Chediak (já falecido). O livro traz as músicas cifradas (para guitarra e violão) um vasto material fotográfico, biografia elaborada por Zuza Homem de Melo, uma entrevista de Almir Chediak com João Bosco. São três volumes com um total de 123 canções, interpretadas por artistas de diferentes gerações. O lançamento se deu no teatro Rival do Rio de Janeiro.

» Em 2004, João Bosco e Aldir Blanc recebem o prêmio "Shell de M úsica 2004", em sua 24ª edição, no teatro Carlos Gomes do Rio de Janeiro. Faz shows pelo país, shows nos EUA e turnê pela Europa.

» Em 2005, é homenageado pela Banda da Escola de Música da Rocinha, com o lançamento do CD "BanDaCapo canta João Bosco".

» Em 2006, lança CD e DVD "Obrigado gente" ao vivo no Auditório Ibirapuera em São Paulo, pela Universal. É um trabalho retrospectivo, em que faz releitura instrumental das canções incluídas, como registro da atual fase em que vive o compositor. Artistas da MPB como Djavan, Guinga, Yamandu Costa, Hamilton de Holanda participaram como convidados na gravação do CD. Participa da 17ª noite do "Festival Enjoy Jazz" em Ludwigshafen, na Alemanha, ao lado do pianista cubano Gonzalo Rubalcaba. Faz shows em diversas capitais do país e turnê pela Europa, além de shows nos EUA.

» Em 2007, é convidado a participar de dez concertos no Brasil, em parceria com a NDR Big Band, da Alemanha, iniciando a turnê no teatro Municipal do Rio de Janeiro.

» Em 2008, participa da "Bossa Brasil Pictures Festival 2008" no Birdland em Nova Iorque. É convidado a participar da abertura da nova temporada da Orquestra Jazz Sinfônica no parque Ibirapuera em São Paulo. É uma das atrações na festividade de comemoração pelos 19 anos da fundação do "Memorial da América Latina", na Barra Funda em São Paulo. Participou da inauguração - inclusive cortando a fita simbólica - da mais nova casa de música de São Paulo "Esquina da MPB- Bar Brahma". Apresenta-se pelo projeto dos 200 anos do Banco do Brasil, o CCBB (Centros culturais Banco do Brasil) de Salvador, Cuiabá, Brasília, Rio de Janeiro, São PAulo. Faz shows nas demais regiões brasileiras. Participa da noite brasileira de Montreux ao lado de Milton Nascimento e da Família Jobim em julho. Em agosto, viaja para Hamburgo onde grava o cd com sua obra junto da orquestra NDR BIG BAND.

» Em 2009, João Bosco volta ao estúdio e lança seu primeiro disco de inéditas em seis anos. "Não vou para o céu, mas já não vivo no chão" conta com 13 faixas e entre outras novidades, traz composições feitas com o parceiro Aldir Blanc e apenas uma faixa não leva a assinatura de João Bosco: o samba "Ingenuidade", de Serafim Adriano. "É o álbum de um grande cantor, com domínio total da técnica, emoção na medida certa, um timbre pleno de brilho, áspero e cortante em sua doçura, cuja suavidade é mais uma de suas experimentações. É o disco de um grande instrumetista, ele mesmo uma escola do violão brasileiro, como, cada um a seu modo, João Gilberto, Baden Powell e Gilberto Gil. É o disco de um grande compositor, dono de uma linguagem própria, na qual as invenções melódicas e harmônicas soam simultaneamente espontâneas e requintadíssimas. A soma dos três criou sua história própria no vasto quadro da canção brasileira, e ganha agora, com Não vou pro céu mas já não vivo no chão, um acréscimo entusiasmador." resume o poeta Eucanaã Ferraz em um trecho do release do trabalho.

» Em 2010 "cai na estrada" na turnê de divulgação do mais recente trabalho. Faz vários shows no Brasil e na Europa, sempre com ótima receptividade por parte da crítica e do público. O CD "Senhoras do Amazonas", gravado com a NDR BIG BAND é lançado na Alemanha.

sábado, 18 de julho de 2015

GRILHÕES PARTIDOS




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No báratro das perturbações que inquietam o homem moderno a alienação obsessiva ocupa lugar de relevo. Estigmatizados por inenarráveis tormentos íntimos, que procedem dos refolhos da alma, os obsidiados por Espíritos têm padecido lamentável abandono por parte dos respeitáveis estudiosos das ciências da mente, que, aferrados a vigoroso materialismo, negam, drasticamente, a interferência dos desencarnados — na condição de personalidades intrusas — na etiopatogenia de algumas enfermidades mentais.

sexta-feira, 17 de julho de 2015

O MESTRE DOS MESTRES



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Ao longo da história, muitas pessoas conseguiram com suas idéias mudar o curso da política, da filosofia, da ciência ou da religião. Houve um homem, no entanto, que foi capaz não só de abalar os alicerces do pensamento como de alterar para sempre a trajetória da humanidade.


sexta-feira, 10 de julho de 2015

QUEM ERA MUSSORGSKY?

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m u s s o r g s k y
(1839-1881)

Modest Petrovitch Mussorgsky nasceu em Kerevo, Pskov (Rússia), a 21 de março de 1839. Seus primeiros estudos de música foram orientados por sua mãe, que era professora de piano. Filho de rico proprietário, entrou para escola de cadetes da Guarda em São Petersburgo (1848). No regimento de Preobrajenski, conheceu Balakirev, com quem fez os estudos da técnica musical. Após nove anos de ofício, deixou a vida militar, tornando-se discípulo de Balakirev e Dorgomijnski. Teria pertencido ao grupo dos Cinco, que inaugurou o período nacionalista na música russa.

Mussorgsky sofreu graves crises nervosas em 1858 e em 1860. A ruína da família obrigou-o a entrar para o serviço público em 1863, sendo demitido em 1867. Sem sucesso na vida artística, entregou-se ao alcoolismo. A sua ópera Boris Godunov só foi encenada, em 1874, graças à intervenção de uma cantora célebre. Sua vida, entretanto, tornou-se cada vez mais difícil, pois o compositor, além de não ter recursos materiais suficientes, era dipsômano. Apesar de readmitido, foi novamente obrigado a deixar o serviço público em 1880. Embora parecesse ter-se recuperado durante algum tempo, Mussorgsky morreu em São Petersburgo a 28 de março de 1881, de excessos alcoólicos, recolhido ao hospital militar de São Petersburgo.

Mussorgsky é geralmente colocado, por convenção dos historiadores, no famoso grupo dos Cinco, de compositores nacionalistas, que inclui Dargomichki, Cui, Balakirev e Borodin. Mas foi o próprio Mussorgsky que declarou, em notas autobiográficas, não pertencer a nenhum dos grupos musicais em voga no seu tempo, "nem pelas suas idéias musicais nem pelo caráter de sua arte".

Mussorgsky acreditava ser a arte um meio de comunicação com os outros homens e não uma finalidade em si mesma. Isso talvez explique o caráter rude de sua técnica, de tal modo que os seus companheiros de grupo chegaram a considerá-lo uma mente débil. Mussorgsky considerava, entretanto, que só os artistas-reformadores criaram as leis da arte, e que essas leis não são imutáveis. Ignorando as regras acadêmicas, a obra de Mussorgsky é a mais original da arte russa no século XIX.

Foram provavelmente as excentricidades harmônicas, que feriram os ouvidos de seus colegas, também o motivo da atração de Debussy pela música de Mussorgsky. Nesta, a harmonia é utilizada como um instrumento de expressão dramática, pois Mussorgsky foi antes de tudo um compositor dramático, inclusive em seus lieder e em suas composições instrumentais, em que a descrição programática é simples pretexto.

As obras iniciais de Mussorgsky são canções líricas e composições instrumentais de inspiração romântica, que revelam as influências de Glinka, Balakirev, Schumann e Liszt. A linguagem é ainda convencional. Mas em uma série de canções, entre 1866 e 1868, já se nota uma evolução. Ao invés de melodias líricas, essas canções são representações da fala humana, captando, com realismo perfeito, modos característicos de falar de personagens populares. Da mesma época é Uma noite no monte Calvo (1867), poema sinfônico que ultrapassa o caráter descritivo do gênero para se transformar num estudo orquestral de grande fascínio.

Mussorgsky tentou várias vezes a ópera, deixando vários projetos em esboço ou inacabados. A única realmente terminada é também a sua maior obra e a ópera nacional russa: Boris Godunov, de que o autor fez duas versões, a primeira de 1869-1870, e a segunda de 1870-1871, realizada em face da recusa do teatro imperial de São Petersburgo de encenar a primeira versão. A segunda causou ainda controvérsias e, após nova encenação mutilada em 1878, a obra desapareceu do repertório. Boris Godunov, cujo enredo é tirado da tragédia homônima de Puchkin, é uma obra de síntese, lírica e naturalista ao mesmo tempo, utilizando elementos tão diversos como a harmonia sacra eslava e o ritmo falado das canções. Os coros e os personagens populares desempenham papel de primeira importância. A ópera é uma obra-prima do realismo popular.

Além de Boris Godunov, outra ópera merece citação: Khovantchina (1872-1881), que ficou inacabada. Mas, ao invés da síntese que se observa na outra, em Khovantchina predominam os motivos líricos sobre o realismo. E a obra vale mais pelas suas partes líricas do que pelo poder dramático.

Além das óperas, deixou Mussorgsky importantes ciclos de canções: O quarto das crianças (1868-1872), Sem sol (1874) e, sobretudo, Cantos e danças da morte (1875-1877). Essa última é composta de 4 lieder que estão entre as obras mais perfeitas de Mussorgsky. Utilizando os modos da música sacra eslava o autor conferiu às canções um sabor arcaico e severo, de certo exotismo para os ouvidos ocidentais.

Embora tenha sido compositor eminentemente dramático, Mussorgsky realizou com Quadros de uma exposição (1874) uma obra-prima de sugestão poética. São peças breves para piano, inspirada por uma exposição de desenhos, de Viktor Hartmann. A obra sintetiza elementos poéticos, realísticos e humorísticos e se destaca pela originalidade de suas melodias.



A obra de Mussorgsky teve de atravessar muitas barreiras para ser reconhecida em toda sua originalidade. Entre essas barreiras está o que os seus contemporâneos julgaram ser a sua inexperiência técnica. A ópera Boris Godunov foi "corrigida" e adaptada numa versão de 1896 por Rimski-Korsakov, e foi através dessa versão que conquistou o Ocidente. Outra versão célebre de uma obra de Mussorgsky é a orquestração de Ravel de Quadros de uma exposição, que é uma homenagem à influência de Mussorgsky.

sexta-feira, 3 de julho de 2015

PARTIDA DE UM GRANDE MESTRE

O MUNDO PERDE UM DOS SEUS MAIORES INTELECTUAIS DA ATUALIDADE






Nota do  IIPC  - Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia

"Comunicamos oficialmente a dessoma do Prof. Waldo Vieira, ocorrida hoje, às 17h50, no Hospital Ministro Costa Cavalcante, em Foz do Iguaçu. A pedido do Prof. Waldo não haverá cortejo fúnebre e o corpo será cremado ainda esta noite.
Nossa imensa gratidão ao Prof. Waldo pelo trabalho singular e exemplarismo carismático!
Seja muito bem vindo Zéfiro!"




O Professor Waldo Vieira nasceu na cidade de Monte Carmelo no dia 12 de abril de 1932. Ao longo da vida ele acumulou em seu currículo as profissões de lexicógrafo, dentista e médico, consagrando-se também como importante médium brasileiro. Ao completar nove anos ele se dedica a estruturar sua primeira biblioteca.


Já aos 14 anos ele relata pelo menos 50 eventos mediúnicos e se dá conta do valor do desdobramento espiritual, também denominado projeção. Devota-se então à pesquisa deste tema e, aos 17 anos, elabora várias deduções e organiza significativas referências bibliográficas.

Para concluir suas graduações em Odontologia e em Medicina, na cidade mineira de Uberaba, onde reside nesta época, ele trabalha incansavelmente, e ao mesmo tempo cria variados artigos e obras referentes ao Espiritismo. Neste mesmo período, Waldo conhece Chico Xavier, o médium brasileiro mais importante, e desta parceria resultam várias obras, especialmente a saga psicografada do espírito André Luiz, produzida de 1950 a 1960.

De 1959 a 1966 ele reserva um vasto espaço de sua casa para montar sua biblioteca particular, e simultaneamente se esmera na prática da caridade. Em 1966 ele abandona a militância espírita e se converte em estudioso autônomo, fixando-se na cidade do Rio de Janeiro, aí permanecendo até 1978. Um ano depois, ele publica Projeções da Consciência – Diário de Experiências Fora do Corpo Humano.

Em terras cariocas ele chama a atenção do mundo para suas pesquisas no campo das vivências fora-do-corpo e da Projeciologia, partindo do ponto de vista que estas experiências são fundamentais para a construção da consciência plena. No ano de 1981 o professor torna-se co-fundador do Centro da Consciência Contínua, instituição especializada em investigar estes fenômenos e as condições alteradas da consciência.

Waldo tem um vasto currículo: realizou sua pós-graduação no campo de Plástica e Cosmética, em Tóquio, capital japonesa; escreveu vários tratados, vinte livros e inúmeros artigos sobre Projeciologia e Conscienciologia; integra a Society for Psychical Research, fundação londrina, e aAmerican Society for Psychical Research, de Nova York; co-fundou o Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia (IIPC), o Centro de Altos Estudos da Conscienciologia (CEAEC), aInternational Academy of the Consciousness (IAC), a Associação Internacional para Evolução da Consciência (ARACÊ), a Organização Internacional de Consciencioterapia (OIC) e a Associação Internacional de Inversão Existencial (ASSINVÉXIS).

Seu tratado Panorama das Experiências Fora do Corpo Humano, publicado em 1986, ocupa as prateleiras das principais bibliotecas mundiais e oferece 1907 menções bibliográficas universais sobre a Projeciologia, consagrada como ciência a partir da difusão desta obra. Outro trabalho, 700 Experimentos da Conscienciologia, lançado em 1994, consolida a Conscienciologia como disciplina científica.

Em 1996, Waldo concretiza importante doação ao Centro de Altos Estudos da Conscienciologia (CEAEC), sua própria biblioteca, que contém o mais vasto panorama mundial sobre a Projeciologia. No início do novo milênio o professor se transfere para Foz de Iguaçu, devotando-se a partir daí a um empreendimento grandioso, a elaboração da Enciclopédia da Conscienciologia - seu primeiro volume é publicado em 2006.

Em 2001 ele é incluído pelo International Biographical Center, de Cambridge, Inglaterra, no rol dos Intelectuais do Século XXI. Seu tratado mais novo, lançado em 2006, é intitulado Homo Sapiens Pacificus, e é considerado um dos melhores compêndios sobre Cosmoética ou Ética Cósmica.

Fontes:
http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20081223040325AAmgRdR
http://pt.wikipedia.org/wiki/Waldo_Vieira

terça-feira, 30 de junho de 2015

DIÁRIO MEDIÚNICO

Diário Mediúnico - Um guia de estudos da umbanda Vol2 - Norberto Peixoto - Ed. do conhecimento



DIÁRIO MEDIÚNICO




É considerável a quantidade de pessoas que chegam aflitas aos centros de umbanda, em busca de cura e alento para suas dores físicas e psíquicas, onde são acolhidas amorosamente por entidades benfeitoras que respeitam profundamente as diferenças de crenças e cultos. Essa índole universalista, que não discrimina ninguém, ao contrário, pratica a caridade sem olhar "pra quem", conduz os cidadãos a uma convivência mais fraterna e benevolente. O que acontece no "lado de lá", após os atendimentos?

segunda-feira, 29 de junho de 2015

APRENDA A SER FEITICEIRO !!!

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Todo aspirante a feiticeiro deve contar com informações transmitidas por feiticeiros mais velhos. Haveria uma Hogwarts em algum lugar do mundo real? Um Alvo Dumbledore de verdade? Onde está o livro de que esses candidatos precisam? Para a sorte de todos eles, Oberon Zell-Ravenheart, o mais genuíno feiticeiro da atualidade, escreveu este Grimório para o Aprendiz de Feiticeiro. Ele reuniu alguns dos maiores nomes da Wicca em um 'Conselho Cinzento' moderno (o Gray Council), para publicar, pela primeira vez, tudo aquilo que um aspirante a feiticeiro precisa saber. Entre as diversas aulas contidas neste grimório, o autor traz descrições detalhadas de instrumentos e emblemas mágicos (com instruções completas para fabricá-los), rituais e ritos, para ocasiões especiais, leis da Magia, um bestiário de criaturas míticas, mitos e histórias de deuses e heróis, tradições e lendas das estrelas e das constelações, instruções para realizar fantásticas ilusões, efeitos especiais e outras maravilhas do universo mágico....

domingo, 28 de junho de 2015

IMORTALIDADE E MISTÉRIO - CONDE DE SAINT GERMAIN

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NOBREZA E MISTÉRIO

O lendário Conde de Saint Germain é um dos personagens mais intrigantes do século XVIII. Sua vida pode ser avaliada sob vários pontos de vista, desde a condição de um elevado e sábio alquimista até a de um simples e nobre excêntrico.

O Conde Saint Germain teria nascido na Transilvânia, em 28 de maio de 1696; mas, outra fontes determinam seu nascimento em 1709. Era, provavelmente, filho de Francis II Rákóczi, príncipe exilado da Transilvânia. Mas, há referências de que poderia ser filho ilegítimo de Marie-Ann de Neuborg, esposa viúva de Carlos II da Espanha, com o desconhecido Conde Adanero.

Sabe-se que o Conde Saint Germain teve sua educação acadêmica na Itália, sob os cuidados do Duque de Médici. Mas, estranhamente, os primeiros registros de sua vida pública e social iniciam-se apenas em 1743, quando então contava 47 anos de idade, na cidade de Londres. Aproximadamente dois anos mais tarde, esteve na cidade de Edimburgo (Escócia) onde teria sido retido sob a acusação de espionagem. Após recuperar a liberdade, conheceu o célebre filósofo e escritor suíço Jean-Jacques Rousseau, desaparecendo misteriosamente em 1746.

Em 1758, na cidade francesa de Versalhes, retomou sua vida pública e convívio social. Porém, o Conde declarava-se um profissional de pedras preciosas (ourives e lapidador) e comerciante de tecidos que, segundo a lenda, possuíam uma fórmula misteriosa e nunca desbotavam.

Neste mesmo período, infiltrou-se na corte francesa ao presentear com diamante e pedras preciosas. Conta-se que conquistou a confiança do monarca ao reconstituir, de modo misterioso, um diamante quebrado. Ainda, ganhou fama de ser um hábil violinista. Assim, aproveitando-se dos benefícios que sua popularidade lhe trazia, hospedou-se no vilarejo de Chambord, sob a tutela do Rei Luís XV.

No ano de 1760, deixa a França e viaja para a Inglaterra, Países Baixos e Rússia. Neste momento, na Rússia, o Conde Saint Germain é acusado de conspirar contra o imperador e a favor de Catarina – A Grande, de modo que ela pudesse assumir o comando do estado russo. Em seguida, viaja para a Bélgica, onde, sob o nome de Conde de Surmount, adquire terras. Neste momento, o Conde oferece suas técnicas de tratamento de material ao governo belga; mas, sem obter sucesso. Porém, durante as negociações, o Conde Saint Germain, supostamente, transformou ferro em um material semelhante ao ouro, como uma forma de provar sua capacidade técnica.

Após estes fatos, o Conde "desaparece" por onze anos e ressurge em 1774, na Bavária, sob o nome de Conde Tsarogy. Dois anos mais tarde, já estava na Alemanha, apresentando-se comoConde Welldone e comercializando poções, elixires, licores e cosméticos. Ainda, apresentou-se como membro da maçonaria e ganhava notoriedade na corte do Rei Frederico, ao transmutar metal comum em ouro. Ainda na Alemanha, em Schleswig-Holstein, mas sustentando o nome de Francis Rákóczi II, príncipe da Transilvânia, passou a produzir medicamentos naturais e doá-los aos pobres.

Finalmente, em 1784, surgiram rumores de sua morte, que teria ocorrido em 27 de fevereiro daquele ano, vitimado por uma pneumonia. Não havia deixado testamento, apenas alguns escritos de cunho esotéricos e medicinais, além de uma respeitosa obra musical e (supostamente) o livro Santíssima Trinosofia. Porém, a trajetória do Conde Saint Germain não se encerra com este fato.


A Imortalidade


Em 1789, no período inicial da Revolução Francesa, a condessa d'Adhemar, biógrafa e dama da corte de Maria Antonieta, recebeu um bilhete misterioso: "Encontre-me na Igreja da Recoleta". Ao chegar no local, a condessa se espanta ao ver o Conde de Saint Germain, que teria morrido cinco anos antes, aparentando em torno de quarenta e cinco anos de idade.

Giacomo Casanova, o músico Rameau e Madame de Gergy afirmavam ter conhecido o Conde em Veneza, no ano de 1710, sob o nome de Marquês de Montferrat e tê-lo reencontrado em 1775, com a mesma aparência.

Em 1835, o Conde teria sido visto em Paris. Em 1867, em Milão e no Egito. Ainda, a teosofista Annie Besant, afirma tê-lo conhecido pessoalmente em 1896. C.W. Leadbeater, também adepto da Teosofia, teria o encontrado em 1926, na cidade de Roma. Ainda, há rumores de que viva atualmente na Holanda, na cidade de Ulsselstein, atuando como engenheiro ambiental.


Divino e Contestável


Jean-Jacques Rousseau declarou que era "a mais fascinante e enigmática personalidade que já conhecera". O escritor Horace Walpole, que conheceu Saint Germain em Londres, em 1745, o descreveu: "Ele canta, toca o violino maravilhosamente, compõe, mas é louco e falta-lhe sensibilidade".

Além destes adjetivos, o Conde de Saint Germain possuía um discurso eloqüente que envolvia seus ouvintes. Possivelmente, esta habilidade era usada para galgar degraus sociais de tantos países visitados e seduzir as nobres damas das cortes européias.

Algumas escolas místicas afirmam que Saint Germain é a reencarnação de Santo Albano, do filósofo grego Proclo, José (pai de Jesus), do mago arthuriano Merlin, do ocultista Roger Bacon, de Christian Rosenkreuz (fundador da Ordem Rosa Cruz); até mesmo do navegador Cristóvão Colombo e do escritor e poeta inglês William Shakespeare.

Versado em grego, latim, sânscrito, árabe, chinês, francês, inglês, italiano, espanhol e português, narrava fatos ocorridos milhares de anos antes e pouco registrados na literatura histórica. Capaz de hipnotizar um grande grupo de pessoas. Uma biografia com pouco ou nenhum registro confiável; surgimentos repentinos nas altas classes e desaparecimentos prolongados e inexplicáveis, estatura mediana e uma aparência física constantemente jovial, detentor da Pedra Filosofal e do Elixir da Juventude; estas eram algumas de suas características.

Fato curioso que afirmava-se que o Conde não se alimentava em público; quando questionado a respeito, argumentava que utilizava-se apenas de alimentos específicos, preparados por ele próprio.

Homem de comportamento refinado e misterioso que, aparentemente, possuía uma imensa fortuna (de origem desconhecida). Mesmo seu título nobiliárquico era alvo de contestações; bem como seus "pequenos milagres" ao transmutar material e produzir panacéias infalíveis.

Sob a perspectiva de uma Europa aristocrática e iluminista, o Conde de Saint Germain é uma figura misteriosamente atraente. Sob os olhares contemporâneos, poderia ser considerado um charlatão ou um "engenheiro social". De qualquer forma, ainda hoje, a vida e a imagem de Saint Germain são temas de estudos sérios e divagações de curiosos. Este fato, por si só, já é um índice de popularidade e notoriedade de um homem que nasceu, viveu (e morreu) há aproximadamente trezentos anos.


www.spectrumgothic.com.br/ocultismo/personagens/germain.htm

AFINAL DE CONTAS, QUEM É TRANCA RUAS??


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Afinal de contas, quem é TRANCA RUAS ??

Palavras de Sr. Tranca Ruas das Sete Encruzilhadas Falanges dos Exus Linha das Almas São os que vivem onde tem almas, ou seja, na calunga, e existem várias Calungas. Calunga grande (Mar), Calunga (Cemitério), Calunga das Matas (Matas). Em cada área específica existem Exus responsáveis e cada Exu com seu exército ou falange. Exu Pimenta pertence a linha das almas e vive na calunga das matas, onde socorre as almas que vagam levando-as à luz, se merecedora ou fica com ele, ou outros exus, onde a alma é reeducada sempre visando levá-la à luz. Existe a Pomba-Gira Rainha dos 7 Cruzeiros da Calunga Grande, que vive no mar, fazendo o mesmo papel do Exu Pimenta. Assim como o Exu 7 Cruzes, 7 Covas, 7 Catacumbas, que vivem no Cemitério e fazem o mesmo papel. Todos os Exus dessa linha trabalham com velas brancas, pretas e brancas, amarelas e pretas e guias da mesma cor. Linha das Encruzilhadas Destina-se a linha da rua, ou seja, o povo da rua responsável por todos os caminhos, o responsável por todas as encruzilhadas seria o Rei das Sete Encruzilhadas. Existem vários exus dessa linha Capa Preta da Encruzilhada, 7 Encruzilhadas, 7 Estradas, 7 Caminhos, Tranca Ruas, entre outros. Trabalham muito com velas vermelhas e pretas, ou pretas e usam guias da mesma cor. Recebem suas oferendas em encruzilhadas ou matas. “As encruzilhadas de cimento não são boas para fazer oferendas para exus, pois lá vivem muitos kiumbas, eguns, espíritos atrasados que usam os nomes dos exus para atrapalhar as pessoas”. Linha das Matas Onde vivem os exus que trabalham nas cachoeiras, pedreiras, em matas, rios, etc. Onde muitos são caboclos quimbandeiros, trabalham muito com ervas, gostam de ensinar banhos, defumações, tudo que envolva ervas. Existem vários tipos de matas, matas serradas, matas fechadas, matas em beira de estrada, de mar, onde existem os determinados exus responsáveis. Os mais conhecidos são: Arranca-Toco, 7 Cachoeiras, Pimenta, das Matas, dos Rios, entre outros. Trabalham muito com velas verdes, verdes e pretas ou pretas, usam guias da mesma cor e muitas ervas. Outras Linhas Existe a linha dos mirins, onde cada exu tem um mirim representante, trabalham com velas cor de rosa e preta, azul e preta, doces, balas, guaranás, mel, etc. o exu chefe seria Tiriri. Existe também a linha dos exus do mar, são piratas, marinheiros e exus das almas, afinal o mar é a calunga grande. Trabalham com velas pretas ou azuis, com areia. Suas guias são da mesma cor e com conchas e búzios. Outra linha é a dos ciganos que em sua maioria são da linha das almas. Trabalham com anéis, jóias, correntes, tudo que envolva dinheiro, usam velas de várias cores. As guias variam bastante entre correntes ou amarelo ou preto. Pomba-Giras Pertencem a todas as linhas entre elas temos: Pomba-Gira Cigana, 7 Saia das Matas, Pomba-Gira Menina, Dama da Noite, Rosa Caveira. Companheiras (os) Cada exu (ou pomba-gira) tem sua companhia preferida, atuando como seu braço direito, a qual, sempre acompanha seu companheiro. E esse comportamento é uma coisa singular e pessoal variando de exu para exu. Por exemplo: o Tranca Rua das Almas tem como companheira Pomba-Gira das Almas, mas talvez o Tranca Ruas que incorpora no José é da mesma falange (família) daquele que incorpora no João, porém não é o mesmo e com isso prefere uma companheira diferente. Médium e Exu Todo médium possui um ou mais de um exu, que pode ser bem evoluído, em luz, força e sabedoria, mas para que esta entidade possa desenvolver bem seus trabalhos também depende dos conhecimentos do médium e do tratamento que o médium dispensa a entidade. Por isso sempre se aconselha ao médium que estude, procure manter suas obrigações em dia, cuide dos seus assentamentos, todo médium tem a responsabilidade de saber tratar com seus Exus. “Calunga seria onde os corpos das pessoas são enterrados e as almas ficam vagando, como por exemplo o cemitério. O mar é a morada final Sr. Tranca Ruas das 7 Encruzilhadas “Exu de Umbanda é um espírito humano que sofreu sua queda, se redimiu e trabalha nas Trevas em prol da Luz, na busca de sua evolução em auxílio dos encarnados.” - Salve vós Exu! - Então escreve aí… Já que tanto se fala sobre nós e pouco se consegue entender vou tentar colocar minha colaboração. - Obrigado Exu!- Somos vocês amanhã. Há há há. Se é que deu pra me entender. Somos como vocês, vivemos uma série de oportunidades terrenas, quando se chegou num determinado “limite” a oportunidade de evoluir na carne estava esgotada, por incompetência nossa mesmo. Vou organizar o raciocínio. De maneira coletiva, Exu na Umbanda, este que incorpora é um espírito humano e digo isso pra poderem começar entender que somos totalmente diferentes do Exu cultuado na África através do Culto de Nação e no Brasil através do Candomblé que neste caso são Encantados e isso é outra história. Em nosso caso somos um espírito comum. Que viveu sua experiência pessoal e num certo momento de fazer o “acerto de contas” o saldo estava negativo. Assim negativo tornou-se o nosso espírito. Desta forma somos enviados para as faixas negativas que no seu conjunto é chamado de Trevas. Cada qual dependendo do seu histórico vai habitar uma faixa própria pertinente à seu caso. Então vou falar por mim. 

Postado por Lucas Lima às 12:41

Do site http://tendapaifelipedaangola.blogspot.com.br/2011/12/palavras-de-sr-tranca-ruas-das-sete.html

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Jesus o filho do homem - Gibran Khalil Gibran

A obra literária de Gibran, influenciada pela Bíblia, Nietzsche e William Blake, trata de temas como o amor, a morte e a natureza. Nesta obra, partindo de documentações e relatos bíblicos, Gibran vai-nos fornecendo vários retratos de Jesus

Jesus o filho do homem - Gibran Khalil Gibran

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quarta-feira, 27 de maio de 2015

Novos Rumos da Medicina



O autor compartilha suas experiências como médico clínico do Sanatório Espírita de Uberaba onde estudou os fatos neuropsíquicos relacionados aos enfermos do Sanatório. A conclusão é que a Terapia Espírita é um excelente indispensável para os males mentais. Suas proposições estão baseadas em casos verídicos, cuja análise está aliada aos postulados da Doutrina Espírita.

terça-feira, 26 de maio de 2015

SUPER PROMOÇÃO !!!

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Evangelhos Apócrifos

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Textos que foram considerados heréticos pela Igreja e, por essa razão, acabaram banidos e, muitos deles, queimados. Alguns só se salvaram graças às traduções que deles existiam. Neste volume você poderá conhecer: Livro dos segredos de Enoch, Livro de Isaías, Protoevangelho de Tiago, Evangelho Pseudo-Tomé, Evangelho Árabe da Infância, Livro da Infância do Salvador, Evangelho de Nicodemus, de Bartolomeu, de Pedro e Evangelho segundo Tomé, o Dídimo.

terça-feira, 5 de maio de 2015

Rimsky Korsakoff - Scheherazade Op.35



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Rimsky Korsakoff - Scheherazade Op.35

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Biografia 


Nikolay Rimsky-Korsakov deixou o nome gravado na história da música clássica. Um dos compositores mais influentes da escola nacionalista romântica, ele foi responsável por recuperar, de maneira inovadora, a cultura tradicional russa e revolucionar a orquestração musical.

De origem aristocrática e família conservadora, Nikolay nasceu em 1844, na cidade de Tikhvin da Rússia czarista. Ainda muito pequeno, teve o primeiro contato com a música por meio de danças populares, apresentadas em reuniões familiares por quatro judeus. Aos seis anos, encantado com a descoberta, aprendeu a tocar piano, e já possuía perfeito ouvido para a música. No entanto, pouco ligava para isso: o sonho de Nikolay era forma-se oficial da Marinha, a exemplo do irmão.

Por isso, aos 12 anos matriculou-se na Escola Naval de São Petersburgo, então capital do Império Russo. Foi a partir deste momento que ele começou a freqüentar óperas e concertos sinfônicos. Ao se dar conta que a música era uma de suas paixões, Nikolay sentiu necessidade de retomar as aulas de piano. Nesta época, foi apresentado ao compositor Mily Balakirev, um dos "cabeças" do círculo musical do país. Ao perceber o talento do rapaz, Balakirev o encorajou a compor uma sinfonia.

Durante o último ano de estudos na Escola Naval (1861-1862), animado com a possibilidade de tornar-se um compositor, Nikolay deu início ao trabalho recomendado por Balakirev. No entanto, a mãe e o irmão (o pai havia morrido em 1862) o convenceram a seguir a carreira naval. O jovem concordou com a família e partiu com a Marinha para um cruzeiro-treinamento, esperando, em vão, que pudesse compor a bordo do navio e concluir a sinfonia. A viagem durou quase três anos e o ambiente não permitia criações artísticas.

Durante este tempo ele visitou diversos países e viu diferentes aspectos da natureza. Todas essas paisagens ficaram guardadas em sua memória, o que, mais tarde, serviria de fonte de inspiração para muitas de suas composições.

Depois de retornar à Rússia, em 1865, Nikolay termina a composição de sua primeira sinfonia --a primeira criada por um russo. No final deste mesmo ano, a obra foi executada em um concerto sob o comando de Balakrev. A estréia foi um grande sucesso, dando início à carreira de Rimsky-Korsakov.

Em 1872, o compositor casou-se com Nadezhda Purgold, uma talentosa pianista. Ela fez arranjos para as peças de piano a quatro mãos de Rimsky-Korsakov, nas quais tocavam juntos. De acordo com Gerald Abraham, um especialista em música russa, ela era bonita, muito capacitada artisticamente e de bom caráter. "Ela foi responsável por arranjos de piano não apenas para o marido, mas para muitos dos amigos de Rimsky-Korsakov, e a influência que ela exerceu na obra do compositor não é menor do que a de Clara Schumann em Robert Schumann", afirmou o especialista. Eles tiveram seis filhos.

A atividade musical de Rimsky-Korsakov não possui apenas trabalhos de criação. De 1871 até os últimos anos da vida, ele foi professor do Conservatório de São Petersburgo. Também ocupou o posto de inspetor de bandas da Marinha por dez anos (1873 a 1883), trabalhou como diretor da Escola Livre de Música (de 1874 a 1881) e foi assistente do diretor da Capela Imperial (1883 a 1893).

No início do século 20, Rimsky-Korsakov já era a personalidade musical mais destacada da Rússia czarista. Ele morreu em 1908, em Lyubensk, aos 64 anos, devido a problemas no coração. O corpo do músico está enterrado no cemitério de Tikhvin, sua cidade natal. As memórias do compositor foram publicadas postumamente, em 1909.

Colaboração para a Folha Online

sábado, 2 de maio de 2015

Bartók - Concerto para Orquestra - Coleção Mestres da Música- Abril cultural

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BÉLA   BARTÓK

Bartók
Bartók foi um desses homens excepcionais não só como grande artista mas como também de hombridade moral poucas vezes igualado na história da arte em geral. Coube-lhe viver numa época tumultuada, entre duas guerras mundiais que devastaram o mundo ocidental, em que os mais ferozes atos foram cometidos, e isso influiu decisivamente em sua música. Seu maior sofrimento foi no decorrer do período de 1930, quando os nazistas dividiram a humanidade em raças e eles se autoproclamavam superiores.
Artista original de grande poder criativo, sentiu-se atingido quando o ministro da Educação Popular e Propaganda Nazista Goebbels, em 1936,organizou uma exposição de "Música degenerada" incluindo os nomes de Stravinsky, Schönberg e Milhaud. Não teve dúvidas. Escreveu imediatamente para o ministro para que inscrevesse nesse grupo seu nome e sua música, como forma de repulsa, ao que acabara de se passar.
Violentamente antiracista e animado pôr um sentido muito firme de justiça, chegou mesmo a pensar, num certo dia de 1938, converter-se a religião judaica como forma de desabafo e ficar ao lado dos perseguidos. Não ignorava os riscos que corria ao estender a mão aos espoliados, afirmando seu patriotismo com uma lealdade igual ao amor que sentia pela humanidade. É nessa ocasião que pede a sua mãe e tia que não falem em idioma estrangeiro mais que "quando seja absolutamente obrigatório"e de forma alguma utilizem o alemão.
Béla Bartók nasceu em 25 de março de 1881, em Nagyszentmiklos, Hungria ( hoje Sannicolaul Mare, cidade da Romênia). Seu pai era diretor de uma escola de agricultura e inspirou no menino a paixão pela natureza e pela música. Aprendeu as primeiras noções de piano com sua mãe, a partir dos cinco anos. Quando tinha oito anos perdeu o pai.
Com a morte do pai, em 1894, o pequeno Béla acompanhou sua mãe até a cidade de Pozsony, atual Batislava, onde estudou piano e composição com Ladislas Erkel. Pozsony era um centro cultural importante, onde ele fez estudos musicais regulares. Tornou-se amigo de Erno Dohnâyi, que o iniciou nos mestre alemães: Bach, Wagner e Brahms.
Em 1898, entrou para a Academia Real de Música de Budapeste, na classe de piano de Thoman, aluno de Liszt, e na classe de composição do professor Koezler.
Em 1905 foi a Paris para o Concurso Internacional Rubisntein de Composição e Piano. Ali descobriu Debussy e sua escrita modal e, pôr isso, voltando à Hungria, compreendeu o interesse das canções populares. Dedicou-se, desde então, com a parceria do amigo, o compositor húngaro Zoltan Kodaly, estudos científicos sobre as canções folclóricas. Para colecionar estas canções fez numerosas viagens pêlos campos, munido de aparelhos registradores, cilindros e muito papel de música. Com estas pesquisas conseguiu dissipar o engano de Liszt, que havia confundido o folclore musical húngaro com o dos ciganos da Hungria.
Um ano depois publicou com Kodaly uma primeira coletânea de cantos populares húngaros, num total de 20, pôr eles harmonizados. Bartók estenderia, então, o campo de suas pesquisas à música romena, búlgara e oriental; ao Egito a à Turquia, onde esteve em 1932 e 1936, depois de tomar contato com a música árabe em Biskra, em 1913. O resultado, para a arte do próprio Bartók, foi um estilo baseado em particularidades musicais, alheias à música da Europa Ocidental, mas altamente pessoal; e que incluiu, depois, cada vez mais elementos da grande tradição européia, sobretudo Bach.
Foi nomeado professor de piano da Academia de Budapeste em 1907. Quatro anos mais tarde, a Comissão de Belas Artes de Budapeste recusava-se a apresentar sua ópera O Castelo do Barba Azul para a obtenção do prêmio de Melhor Peça Lírica. Mas em 1918 esta ópera era levada à Ópera Nacional de Budapeste, onde obteve grande sucesso.
Foi necessário esperar-se o fim da Primeira Guerra para que começasse e editar e executar sua música no estrangeiro. Em 1924 publicou uma coleção de cantos populares romenos e húngaros. Em 1926 produziu diversas peças para piano e o balé O Mandarim Miraculoso. No ano seguinte partiu para sua primeira série de concertos na América e depois na Rússia.
Autenticamente democrata e horrorizado com o nazismo, recusa-se a permanecer em seu país quando o fascismo se instala no poder. Decide-se, em 1940, estabelecer-se nos Estados Unidos. Fez viagens de concerto, em compainha de sua mulher, também pianista, apresentando a sua famosaSonata para dois pianos e percursão.
Foi nomeado Doutor em Música pela Universidade de Columbia. Em 1943, a Fundação Koussevitzky encomendou-lhe o Concerto para Orquestra. Nesta época escreve a Sonata para violino solo ( 1944) e o Concerto N.5 (1945).
Benny Goodman, Bartók e SzigethEm 1939 Benny Goodman, famoso clarinetista de jazz, encomendou-lhe uma composição para clarinete. Quando viu a pauta Benny ficou aterrorizado: "Vou precisar de três mãos para tocar isso, senhor Bartók. É a coisa mais difícil que jamais vi." Bartok riu-se: "Não se preocupe com isso. Toque aproximadamente o que escrevi." Mas o telentoso Benny Goodman fêz mais que isso; Contrastes foi gravado pela Columbia, com Joseph Szigeti no violino, Bartók ao piano e Benny Googman no clarinete.
O reconhecimento do valor e da significação de sua obra não o alcança sequer nessa última arrancada final em que,precário de saúde e bens materiais, não deixou de trabalhar no hospital. Bartók compôs até o final de sua vida. Morreu em Nova York, em 26 de setembro de1945, em uma miséria tão grande que não deixou sequer dinheiro suficiente para o pagamento de seu enterro.
Levaria ainda algum tempo para que o mundo pudesse ver em Bartók, na qualidade de uma invenção e inovação musical, poderosamente mergulhada nas raízes de sua terra, na indiferença a todos os modismos, nas novas sonoridades de sua orquestração, assim como no rigor intelectual, um dos maiores gênios musicais da primeira metade do século.

A OBRA DE BARTÓK

Em 1905 começa a sua pesquisa sobre o folclore húngaro. Anteriores a esse período, não obstante de mérito e importância indiscutíveis, são os Quartetos para Cordas N.1 (1908) e N.2 (1915-1917), bem como inúmeras peças para piano, entre as quais o célebre Allegro Barbaro (1911).
A ópera em um ato A Kekzakállu Herceg Vára (O Castelo do duque Barba Azul - 1911), cuja rejeição pôr parte das organizações musicais da Hungria, levou o compositor a fundar, juntamente com Kodaly e outros compositores jovens, a Sociedade Musical Húngara, infelizmente de pouca duração.
Seguem-se o balé A Csodálatos Mandarin (O Mandarim Miraculoso -1919) e as duas sonatas para violino e piano, produção em que a tonalidade se apresenta progressivamente mais livre e se afirma uma forte tendência expressionista, que se abrandaria na Tanz Suite (Suite de Danças - 1923), compostas especialmente para as festas de celebração do 50o aniversário das cidades de Buda e Pest.O trabalho propiciou a admiração de seus compatriotas, se bem que efêmera. A pouca receptividade dos conterrâneos e do público em geral para com as produções mais acentuadamente modernas do mestre húngaro se reduz ao final da Primeira Guerra Mundial, quando as sua obras são publicadas e ele se dedica, ainda mais ativamente à obstinada pesquisa folclórica, não apenas na Hungria, como na Bulgária, Eslováquia e Romênia.
Alguns anos depois se inicia a fase de maior fecundidade em toda a sua carreira. Surge o Concerto N. 1 para piano (1926), estranho, profundamente individual; o Quarteto para cordas N.3 (1927), de inusitado expressionismo em um único movimento; o Quarteto para Cordas N.4 ( 1928); a Cantata Profana (1930), de caráter social, tendo pôr tema a indignação de um cidadão comum, e o Concerto N.2 para piano (1930 - 1931). Bartók se encontra, então, em plena posse de suas características e recursos mais notáveis.
Também em 1926 começa a revelar-se outro aspecto decisivo da personalidade de Bartók: sua vocação pedagógica. O Mikrokosmos, coleção de exercícios pianísticos de dificuldades crescentes, principiada em 1926 e terminada em 1937, mereceu de vários autores contemporâneos a denominação de "Cravo bem Temperado do Século XX".
Neste trabalho, longe de figurar entre os mais expressivos num período tão fértil da criação bartokiana, demonstra melhor uma de suas extraordinárias contribuições: a de ter filtrado, sintetizado o que de melhor existia, em seu tempo, de técnica e estilo musical.
É de 1934 o Quarteto para cordas N.5, uma de suas obras primas, de fascinante modernidade.
Compõe, nos anos seguintes, tanto a Música para Cordas, Percussão e Celesta (1936), como os Contrastes para clarineta , piano e violino (1939), e a Sonata paraDois Pianos e Percussão (1937), onde persegue, com grande pionerismo,uma pureza concreta do som e do instrumento.
Da mesma fase é o Concerto para Violino (1937 - 1938), em que a pujança e a delicadeza se contrastam, se completam, a cada instante, com grande originalidade. Ligeiramente posterior são o Divertimento para Cordas N.6 (1939) e o Quarteto para Cordas N.6 (1939), precedendo a última etapa da produção de Bartók, vivida na América do Norte.
Bibliografia
Enciclopédia Mirador
Enciclopédia Barsa - Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações Ltda.
Dicionário Internacional de Biografias v.1 - Editora Martins
TERKEL,Studs. Gigantes do Jazz - Editora Lidador Ltda.


Renata Cortez Sica

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Os Sete Mestres

 http://www.sebostore.com/index.php/livros/esotericos/os-sete-mestres-suas-origens-e-criacoes-maria-silvia-p-orlovas-ed-madras.html
Os Sete Mestres - Suas Origens e Criações, obra que contém mensagens canalizadas pela terapeuta Maria Silvia Pacini Orlovas, mostra a trajetória desses seres iluminados, os Mestres Ascensionados da Fraternidade Branca, que, segundo a autora, seus ensinamentos estão cada vez mais próximos do homem, justamente para ele ter condições de colocar em prática aquilo que sente. Os mestres vêm nos ensinar um processo maravilhoso e ao mesmo tempo simples de libertação, pois é hora de agirmos com consciência, e por isso eles estão nos orientando. Release: Os Sete Mestres - Suas Origens e Criações, obra que contém mensagens canalizadas pela terapeuta Maria Silvia Pacini Orlovas, mostra a trajetória desses seres iluminados, os Mestres Ascensionados da Fraternidade Branca, que, segundo a autora, seus ensinamentos estão cada vez mais próximos do homem, justamente para ele ter condições de colocar em prática aquilo que sente. Os mestres vêm nos ensinar um processo maravilhoso e ao mesmo tempo simples de libertação, pois é hora de agirmos com consciência, e por isso eles estão nos orientando. Aqui, o leitor compreenderá melhor temas como: A origem dos Sete Raios A Luz dos Sete Raios e o Poder das Chamas Fraternidade Branca - O Governo Oculto O Divino em Nós A Cura através da Verdade É notório que esta é uma obra de elevação do Ser, em sua busca infinita por caminhos que o levem aos altos céus.

Apócrifos - Os proscritos da Bíblia - Ed Mercuryo

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Textos que foram considerados heréticos pela Igreja e, por essa razão, acabaram banidos e, muitos deles, queimados. Alguns só se salvaram graças às traduções que deles existiam. Neste volume você poderá conhecer: Livro dos segredos de Enoch, Livro de Isaías, Protoevangelho de Tiago, Evangelho Pseudo-Tomé, Evangelho Árabe da Infância, Livro da Infância do Salvador, Evangelho de Nicodemus, de Bartolomeu, de Pedro e Evangelho segundo Tomé, o Dídimo.

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Sibelius - Biggest Hits - 1972

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ADQUIRA ESTA RARIDADE !!!
O MELHOR DA MÚSICA CLÁSSICA ESTÁ CONOSCO

Pessoalmente, este é um dos meus discos preferidos.
Nilson A. Silva
Diretor Comercial SeboStore.com





BIOGRAFIA

Reprodução
Sibelius é reconhecido como a máxima expressão artística da Finlândia
De origem puramente finlandesa, Johan Julius Christian Sibelius também recebeu, em sua educação, influência suecas, então predominantes na Finlândia. Estudou direito, mas obedeceu cedo à sua vocação musical, que completou na Alemanha e na Áustria. Apesar de ter estudado com mestres conservadores e medíocres, Sibelius conservou sua originalidade.

Tendo obtido sucesso com obras de tendência nacionalista, recebeu, em 1897, uma pensão vitalícia do governo finlandês, passando a vida toda em sua quinta de Järvenpää, perto da capital da Finlândia.

Sibelius dedicou-se inicialmente às obras para coro e orquestra, de temática nacional, que o tornaram famoso em seu país: "Kullervo", de 1892, e "A origem do fogo", de 1902, foram baseadas em episódios da epopéia nacional, a "Kalewala".

Seguindo esse mesmo espírito, Sibelius compôs a música de cena para a peça "Kuolema", de Arvid Järnefelt. Dessa obra consta a "Valsa triste", uma das obras mais conhecidas do compositor, assim como a suíte "Karelia" (1893) e a obra orquestral "Finlândia" (1899), que são considerados os pontos culminantes na história da música finlandesa.


MelancoliaA fama internacional de Sibelius baseia-se principalmente nas suas sinfonias: nº 3 em dó maior (1907); nº 4 em lá menor (1911); nº 5 em mi bemol maior (1915); nº 6 em ré menor (1923); e nº 7 em dó maior (1924). São obras de inspiração romântica, embora moldadas nos esquemas clássicos de Beethoven e Brahms.

Essas sinfonias são caracterizadas pela severa e melancólica mentalidade nórdica e por um especial encanto exótico, expressão do espírito nacional finlandês e do seu folclore musical - exatamente os elementos que marcam o "Concerto para violino e orquestra em ré maior" e os numerosos Liederque Sibelius compôs.

Na Finlândia, Sibelius foi sempre reconhecido como a máxima expressão artística da nação, que até hoje o venera quase religiosamente. Fora do país, Sibelius tornou-se célebre, pelas suas sinfonias, na Inglaterra e especialmente nos EUA.

Apometria e Desdobramento Múltiplo - Novos Rumos para a Desobsessão - Geazi Amais - Ed Madras





Esta obra discorre acerca da Apometria, um conjunto de procedimentos terapêuticos que faculta a possibilidade de abordar, manusear e tratar os corpos do agregado humano. A Apometria tem sido bastante utilizada em correntes terapêuticas e nas sessões de mediunidade curadora à luz da Doutrina Espírita. Essa técnica serve para tratar distúrbios de ordem espiritual, perispiritual, anímica e mediúnica (todos os tipos de obsessão). Pode ser aplicada em qualquer pessoa, não importando sua idade, resistência ou condição de saúde, tanto física como mental. Nos trabalhos práticos de Apometria, são utilizados médiuns fenomênicos para incorporar ou sintonizar e terapeutizar ou tratar, simultaneamente, tanto os espíritos obsessores como as muitas personalidades dissociadas desarmônicas da consciência de uma pessoa. Esse recurso é chamado de Desdobramento Múltiplo, que é um aprofundamento da Apometria. Saiba mais a respeito dessa técnica que tem beneficiado muitos seres, humanos e espirituais. Geazi Amais é paulista, nascido na cidade de Jales. Fundou e dirige o Centro Ecumênico Ramatis de São José do Rio Preto/SP. É psicoterapeuta holístico especializado em TVP (Terapia de Vida Passada), Captação Psíquica, Apometria e Desdobramento Múltiplo. Pesquisa, divulga e pratica esses novos procedimentos com excelentes resultados. É também escritor, cantor e compositor. Atualmente, Geazi dedica-se inteiramente ao trabalho da desobsessão por meio da arte, seguindo o princípio de que o Evangelho é o único método que a pessoa deve utilizar para conseguir chegar mais rápido onde todos um dia irão chegar. Nesta obra, ele mostra a sua experiência no trabalho com a Apometria e o Desdobramento Múltiplo, explicando que uma das principais informações que essas técnicas nos trazem é a de mostrar claramente que a maioria das nossas desarmonias, somatizadas no nosso corpo físico ou na nossa mente, tem suas raízes implantadas nas profundezas do nosso inconsciente (conjunto de cinco corpos sutis que formam o perispírito e que armazenam personalidades físicas, subpersonalidades e/ou personalidades múltiplas), e o que é pior: essas raízes são alimentadas pelos nossos comportamentos negativos, como conversas fúteis prolongadas, conduta agressiva, ociosidade, desejo intenso de apreço e reconhecimento, entre outros.

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Padre Quevedo - de acusador a culpado

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Oscar González Quevedo, conhecido como Padre Quevedo, (Madrid, 15 de dezembro de 1930) é um padre jesuíta e parapsicólogo espanhol radicado no Brasil desde a década de 1950.
Quevedo tornou-se uma personalidade da Igreja Católica no Brasil ao combater o que considera serem superstições e crendices. Fundador do Centro Latino-Americano de Parapsicologia (CLAP), está periodicamente na mídia, especialmente em programas de auditório onde costuma travar debates acalorados com praticantes de crenças que envolvam atividades tidas como mediúnicas ou sobrenaturais, (como é o caso dos proponentes da doutrina espírita kardecista e integrantes de algumas religiões afro-brasileiras). É polêmico e irônico no combate a seus oponentes de idéias.
Além de se considerar um divulgador da parapsicologia, Padre Quevedo é também um teólogo defensor da doutrina católica. Muitos não o considerariam um cientista, mesmo porque muitos não consideram a parapsicologia como uma ciência legítima. Por outro lado, apesar de intitular-se como representante de uma ciência com base empírca, muitas pessoas da comunidade científica questionam Quevedo em relação ao seu modo de apresentar a validade dos fenômenos apenas no seio da Igreja, enquanto ele nega e combate os fenômenos paranormais em outras expressões religiosas.

Escutando os sentimentos

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http://www.sebostore.com/index.php/escutando-sentimentos-wanderley-s-de-oliveira-ed-defaux.html

Utilizando conceitos da psicologia Junguiana, do Evangelho e da Doutrina Espírita, Ermance constrói textos que nos ensinam o auto-amor. A autora assevera que nós espíritas temos dado passos importantes no amor ao próximo, mas nem sempre sabemos como cuidar de nós mesmos, tratando-nos com culpas, medos e outros sentimentos que não colaboram para nossa felicidade. "O sentimento é a maior conquista evolutiva do espírito. Aprendendo a escutá-lo, estaremos entendendo melhor a nossa alma. Não existe um só sentimento que não tenha importância no processo do crescimento pessoal. Quando digo a mim mesmo "não posso sentir isto", simplesmente estou desprezando a oportunidade de auto-investigação, de saber qual é ou quais são as mensagens profundas da vida mental."

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Quantas notas você consegue tocar em 1 segundo?

Uma vez, em uma aula no conservatório pernambucano de música, não lembro a data, ouvi
o professor dizer que em certo dia, foi perguntado a ele "quantas notas" ele conseguia tocar
em sua guitarra por segundo. O mesmo parou, pensou, e respondeu: "Uma".  Caímos no riso
mas fiquei com aquilo na cabeça.

Em meus devaneios antes de dormir, questionei o que leva o indivíduo a fazer esse tipo
de pergunta. Seria uma arma em punho para devastar um exército? Seria a impressionante 
destreza na sua improvisação baseada na quantidade de notas em 1 segundo? seria uma forma
de impressionar as tietes musicais? Resposta:  Esse cara não tem remédio que cure.

Nas minhas andanças, na minha fase de testes e experimentações musicais, onde queria achar
o sentido para minhas notas contrabaixisticas, encontrei um saxofonista, que vou omitir
o nome por questões éticas, que atribuia seus improvisos "jazisticos" imitando os animais.
Ao ouvir seus improvisos, me veio a cabeça um peru fazendo glugluglugluglu com o saxofone
barítono em punhos, pois o improviso do meliante era igualzinho sem tirar nem pôr(Risos)

Será o jazz um despejo de balde com notas frias em nossos ouvidos?
Será uma manifestação descompromissada com a coerência harmonica do compositor?

Será uma arrogância do espirito vaidoso para olhar dentro de si e dizer: sou Jazista?

OU uma justificativa para minha preguiça ou desculpa para não querer conhecer as lindas
e elaboradas harmonias e saber realmente o que fazer com elas?

Parece impossível mas conheço vários que pensem desta forma.


Não estou de forma alguma desmerecendo a maravilha que coltrane mostrou ao mundo, como
Giant Steps e muitos outros, mas existe alguns que colocam cada nota no seu devido lugar
como se encaixassem pedras disformes em lacunas disformes perfeitamente. 

Hoje estava ouvindo Dexter Gordon, que pra mim, é sem dúvida um dos maiores saxofonista de todos
os tempos, a música Don´t Explain de Billie Holiday.  Uma aula de  bom gosto, com frases bem construidas,
 timbre, dinâmica e uma sutileza sem igual. Quem assistiu o filme Round Midnight, com o magistral papel como Dale 
Turner, com certeza não esquece o que representa a sua forma de tocar.

Em fim, o Jazz é uma manifestação artístico-musical que se originou nos EUA por volta de 1900 e contagiou ao mundo
por sua forma sincopada, poliritmica e cheia de improvisação ( coerente).  Não é a quantidade de notas que se dá
em uma música que faz o bom músico ou a boa música, e sim o que ela toca dentro do nosso espirito sedento de toques
sutis que nos inspire a algo..


Por Nilson A. Silva