quarta-feira, 22 de julho de 2015

COZINHA SAUDÁVEL


Sucessos da Cozinha Saudável - Elisa Mello Soares Biazzi



Com receitas simples e bem planejadas, de pratos a sobremesas, você aprenderá como a cozinha natural é fácil, rica em suas variações e muito gostosa!




Eliza Biazzi


Eliza de Mello Soares Biazzi, escritora, conferencista e pintora com 42 anos de prática em culinária vegetariana e tratamentos naturais. Diretora da Clinica Adventista Vida Natural, com mais de 5 milhões de exemplares vendidos de suas publicações: Viva Natural, Recursos para uma Vida Natural, Saúde pelas Plantas, Plantas Curam, Dicas e Delicias, Guia para Diabéticos, Delicias da Cozinha Natural, Delicias Vegetarianas, 30 Cardápios Almoço e Jantar.

Curta nossa Fan Page - www.facebook.com/sebostore

segunda-feira, 20 de julho de 2015

VIDA DE MULHERES

Vida de mulheres - Carmem Sanchez Gil,



Vida de Mulheres é o mais novo romance de Carmen Sanchez Gil e da Editora Olcana. O livro baseia-se na história de encontro e desencontros de mulheres e homens, no Brasil do século XVI. A história inicia em Granada, Espanha e retrata a saga de Carmel, filha caçula da família Flores Blanes – gente simples, dona de vastas terras produtivas. A espanholinha Carmel, educada por seus pais com amor e humanidade, possui uma forte personalidade. Carmel passa a povoar sua imaginação com essas histórias sobre o Brasil. Sua curiosidade cresce de tal forma que ela decide casar com um militar português, Senhor Felipe Martins, que está prestes a assumir um regime lucrativo em terras brasileiras. No Brasil, um lugar estranho para a espanholinha, longe da proteção familiar e casada com alguém que mal conhecia, a espanholinha vive o desamor e a decepção. Carmel, tão franzina por fora revela ser possuidora de uma fortaleza interior. Mas do que superar os seus problemas pessoais, ela também passa a interferir nos rumos da comunidade brasileira, agindo com coragem e liberdade, nada comum para as mulheres da época. Assim, Carmel passa a socorrer os marginalizados pela sociedade brasileira, especialmente as mulheres, que guardam tremenda sabedoria em seu interior. O resultado desse trabalho tornou-se uma linda colcha de retalhos, do qual, entre as tramas dos tecidos a autora costura as palavras de forma direta e deixa uma mensagem de coragem para todas as mulheres.


QUE AMOR É ESSE?

Que Amor é Esse? Wanda A. Canutti pelo Esp. Eça de Queirós



Que sentimento é esse que, tomando o lugar do amor, determina um comportamento malévolo, capaz de prejudicar o ser amado ? Numa trama que se passa na Europa, Antônio, ainda casado, apaixona-se por Adélia. Dulce, a esposa, desencarna prematuramente e passa a influenciar a família, por não se conformar em ser substituída por Adélia que, no seu entender, rouba o amor do marido e dos filhos. Que amor é esse ? Eça de Queirós presenteia com mais uma história verdadeira e instrutiva.





O RESGATE

O RESGATE -  Octávio Augusto


Baseado em pesquisas sobre a cultura muçulmana, esta trama se passa em meio à "Primavera Árabe", movimento ainda em curso que surgiu em 18 de dezembro de 2010, quando o tunisiano Tarek a-Tayyib Muhammad ibn Bouazizi se autoimolou, em protesto contra a corrupção policial e a opressão do regime político daquele país. Coragem, dedicação e amor se misturam para conseguir libertar, mais do que uma sociedade oprimida, corações acorrentados a um passado vicioso. Muitas vezes, o momento em que tudo parece dar errado é apenas a mão de Deus, indicando que não estamos trilhando o melhor caminho e sugerindo que busquemos novas alternativas.

domingo, 19 de julho de 2015

BANDALHISMO - JOAO BOSCO - 1980









Diretor de Coordenação Artística e
Repertório Nacional - RJ : Lucio Varela
Produção Independente : João Bosco
Técnicos de gravação : Flávio Sena
Luiz Carlos T. Reis (cordas)
Técnico de Mixagem : Flávio Sena
Corte : José Oswaldo Martins
Áudio : Gunther

Capa : Elifas Andreato
Foto João Bosco : Alexandre Sardá
Ilustração : Elifas Andreato sobre fotos de Iolanda Huzak
Arte final : Alexandre Huzak

Gravado nos Estúdios da RCA/RJ em julho/agosto de 1980
Arregimentação : Esdras e Gilberto D'Ávila
Portaria : "seu" Macedo
Edinho (limpeza)
Esveraldo : cafezinho e outras coisas mais.
agradecimentos pessoais



BIOGRAFIA  JOÃO BOSCO 

Resultado de imagem para joao bosco


Em 2001, grava CD duplo ao vivo, com repertório integral do show "Na Esquina Ao Vivo". Faz shows em diversas capitais do país e turnê pela Europa e USA. Faz turnê pela Europa com o pianista cubano Gonzalo Rubalcaba. Recebe uma grande homenagem - para dançar na Gafieira Estudantiva, terá que subir a "Escadaria Cantor e Compositor João Bosco".

» Em 2002, recebe o título "Cidadão de Ouro Preto", concedido pela Câmera de Vereadores da cidade.

» Em 2003, grava o CD "Malabaristas do Sinal Vermelho", pela Sony Music. O Disco marca trinta anos de carreira, num projeto autoral com 11 faixas inéditas, além da regravação de "Andar com Fé" de Gilberto Gil. Todas as faixas foram compostas por João Bosco e Francisco Bosco, exceto "Eu N ão Sei Seu Nome Inteiro" por João, João Donato e Francisco Bosco, "Terreiro de Jesus" por João, Edie Pacheco e Francisco Bosco. O violão insuperável, a busca permanente de novas sonoridades e ritmos, junto à qualidade poética de Francisco Bosco, fazem do CD um clássico da MPB. "Malabaristas do Sinal Vermelho" foi escolhido entre "Os melhores de 2003 na música" pela crítica. Ainda no ano, ocorreu o lançamento do "Song Book João Bosco", pela Lumiar, idealizado e produzido por Amir Chediak (já falecido). O livro traz as músicas cifradas (para guitarra e violão) um vasto material fotográfico, biografia elaborada por Zuza Homem de Melo, uma entrevista de Almir Chediak com João Bosco. São três volumes com um total de 123 canções, interpretadas por artistas de diferentes gerações. O lançamento se deu no teatro Rival do Rio de Janeiro.

» Em 2004, João Bosco e Aldir Blanc recebem o prêmio "Shell de M úsica 2004", em sua 24ª edição, no teatro Carlos Gomes do Rio de Janeiro. Faz shows pelo país, shows nos EUA e turnê pela Europa.

» Em 2005, é homenageado pela Banda da Escola de Música da Rocinha, com o lançamento do CD "BanDaCapo canta João Bosco".

» Em 2006, lança CD e DVD "Obrigado gente" ao vivo no Auditório Ibirapuera em São Paulo, pela Universal. É um trabalho retrospectivo, em que faz releitura instrumental das canções incluídas, como registro da atual fase em que vive o compositor. Artistas da MPB como Djavan, Guinga, Yamandu Costa, Hamilton de Holanda participaram como convidados na gravação do CD. Participa da 17ª noite do "Festival Enjoy Jazz" em Ludwigshafen, na Alemanha, ao lado do pianista cubano Gonzalo Rubalcaba. Faz shows em diversas capitais do país e turnê pela Europa, além de shows nos EUA.

» Em 2007, é convidado a participar de dez concertos no Brasil, em parceria com a NDR Big Band, da Alemanha, iniciando a turnê no teatro Municipal do Rio de Janeiro.

» Em 2008, participa da "Bossa Brasil Pictures Festival 2008" no Birdland em Nova Iorque. É convidado a participar da abertura da nova temporada da Orquestra Jazz Sinfônica no parque Ibirapuera em São Paulo. É uma das atrações na festividade de comemoração pelos 19 anos da fundação do "Memorial da América Latina", na Barra Funda em São Paulo. Participou da inauguração - inclusive cortando a fita simbólica - da mais nova casa de música de São Paulo "Esquina da MPB- Bar Brahma". Apresenta-se pelo projeto dos 200 anos do Banco do Brasil, o CCBB (Centros culturais Banco do Brasil) de Salvador, Cuiabá, Brasília, Rio de Janeiro, São PAulo. Faz shows nas demais regiões brasileiras. Participa da noite brasileira de Montreux ao lado de Milton Nascimento e da Família Jobim em julho. Em agosto, viaja para Hamburgo onde grava o cd com sua obra junto da orquestra NDR BIG BAND.

» Em 2009, João Bosco volta ao estúdio e lança seu primeiro disco de inéditas em seis anos. "Não vou para o céu, mas já não vivo no chão" conta com 13 faixas e entre outras novidades, traz composições feitas com o parceiro Aldir Blanc e apenas uma faixa não leva a assinatura de João Bosco: o samba "Ingenuidade", de Serafim Adriano. "É o álbum de um grande cantor, com domínio total da técnica, emoção na medida certa, um timbre pleno de brilho, áspero e cortante em sua doçura, cuja suavidade é mais uma de suas experimentações. É o disco de um grande instrumetista, ele mesmo uma escola do violão brasileiro, como, cada um a seu modo, João Gilberto, Baden Powell e Gilberto Gil. É o disco de um grande compositor, dono de uma linguagem própria, na qual as invenções melódicas e harmônicas soam simultaneamente espontâneas e requintadíssimas. A soma dos três criou sua história própria no vasto quadro da canção brasileira, e ganha agora, com Não vou pro céu mas já não vivo no chão, um acréscimo entusiasmador." resume o poeta Eucanaã Ferraz em um trecho do release do trabalho.

» Em 2010 "cai na estrada" na turnê de divulgação do mais recente trabalho. Faz vários shows no Brasil e na Europa, sempre com ótima receptividade por parte da crítica e do público. O CD "Senhoras do Amazonas", gravado com a NDR BIG BAND é lançado na Alemanha.

sábado, 18 de julho de 2015

GRILHÕES PARTIDOS




 http://www.sebostore.com/index.php/grilhoes-partidos-divaldo-pereira-franco-pelo-espirito-manoel-philomeno-de-miranda.html



No báratro das perturbações que inquietam o homem moderno a alienação obsessiva ocupa lugar de relevo. Estigmatizados por inenarráveis tormentos íntimos, que procedem dos refolhos da alma, os obsidiados por Espíritos têm padecido lamentável abandono por parte dos respeitáveis estudiosos das ciências da mente, que, aferrados a vigoroso materialismo, negam, drasticamente, a interferência dos desencarnados — na condição de personalidades intrusas — na etiopatogenia de algumas enfermidades mentais.

sexta-feira, 17 de julho de 2015

O MESTRE DOS MESTRES



 http://www.sebostore.com/index.php/recomendados/o-mestre-dos-mestres-augusto-cury-ed-sextante.html




Ao longo da história, muitas pessoas conseguiram com suas idéias mudar o curso da política, da filosofia, da ciência ou da religião. Houve um homem, no entanto, que foi capaz não só de abalar os alicerces do pensamento como de alterar para sempre a trajetória da humanidade.


sexta-feira, 10 de julho de 2015

QUEM ERA MUSSORGSKY?

 http://www.sebostore.com/index.php/discos/estrangeiros/artistas-solo/mussorgsky-pictures-at-an-exhibit-alfred-brendel-piano-1975.html



http://www.sebostore.com/index.php/discos/estrangeiros/artistas-solo/mussorgsky-pictures-at-an-exhibit-alfred-brendel-piano-1975.html



m u s s o r g s k y
(1839-1881)

Modest Petrovitch Mussorgsky nasceu em Kerevo, Pskov (Rússia), a 21 de março de 1839. Seus primeiros estudos de música foram orientados por sua mãe, que era professora de piano. Filho de rico proprietário, entrou para escola de cadetes da Guarda em São Petersburgo (1848). No regimento de Preobrajenski, conheceu Balakirev, com quem fez os estudos da técnica musical. Após nove anos de ofício, deixou a vida militar, tornando-se discípulo de Balakirev e Dorgomijnski. Teria pertencido ao grupo dos Cinco, que inaugurou o período nacionalista na música russa.

Mussorgsky sofreu graves crises nervosas em 1858 e em 1860. A ruína da família obrigou-o a entrar para o serviço público em 1863, sendo demitido em 1867. Sem sucesso na vida artística, entregou-se ao alcoolismo. A sua ópera Boris Godunov só foi encenada, em 1874, graças à intervenção de uma cantora célebre. Sua vida, entretanto, tornou-se cada vez mais difícil, pois o compositor, além de não ter recursos materiais suficientes, era dipsômano. Apesar de readmitido, foi novamente obrigado a deixar o serviço público em 1880. Embora parecesse ter-se recuperado durante algum tempo, Mussorgsky morreu em São Petersburgo a 28 de março de 1881, de excessos alcoólicos, recolhido ao hospital militar de São Petersburgo.

Mussorgsky é geralmente colocado, por convenção dos historiadores, no famoso grupo dos Cinco, de compositores nacionalistas, que inclui Dargomichki, Cui, Balakirev e Borodin. Mas foi o próprio Mussorgsky que declarou, em notas autobiográficas, não pertencer a nenhum dos grupos musicais em voga no seu tempo, "nem pelas suas idéias musicais nem pelo caráter de sua arte".

Mussorgsky acreditava ser a arte um meio de comunicação com os outros homens e não uma finalidade em si mesma. Isso talvez explique o caráter rude de sua técnica, de tal modo que os seus companheiros de grupo chegaram a considerá-lo uma mente débil. Mussorgsky considerava, entretanto, que só os artistas-reformadores criaram as leis da arte, e que essas leis não são imutáveis. Ignorando as regras acadêmicas, a obra de Mussorgsky é a mais original da arte russa no século XIX.

Foram provavelmente as excentricidades harmônicas, que feriram os ouvidos de seus colegas, também o motivo da atração de Debussy pela música de Mussorgsky. Nesta, a harmonia é utilizada como um instrumento de expressão dramática, pois Mussorgsky foi antes de tudo um compositor dramático, inclusive em seus lieder e em suas composições instrumentais, em que a descrição programática é simples pretexto.

As obras iniciais de Mussorgsky são canções líricas e composições instrumentais de inspiração romântica, que revelam as influências de Glinka, Balakirev, Schumann e Liszt. A linguagem é ainda convencional. Mas em uma série de canções, entre 1866 e 1868, já se nota uma evolução. Ao invés de melodias líricas, essas canções são representações da fala humana, captando, com realismo perfeito, modos característicos de falar de personagens populares. Da mesma época é Uma noite no monte Calvo (1867), poema sinfônico que ultrapassa o caráter descritivo do gênero para se transformar num estudo orquestral de grande fascínio.

Mussorgsky tentou várias vezes a ópera, deixando vários projetos em esboço ou inacabados. A única realmente terminada é também a sua maior obra e a ópera nacional russa: Boris Godunov, de que o autor fez duas versões, a primeira de 1869-1870, e a segunda de 1870-1871, realizada em face da recusa do teatro imperial de São Petersburgo de encenar a primeira versão. A segunda causou ainda controvérsias e, após nova encenação mutilada em 1878, a obra desapareceu do repertório. Boris Godunov, cujo enredo é tirado da tragédia homônima de Puchkin, é uma obra de síntese, lírica e naturalista ao mesmo tempo, utilizando elementos tão diversos como a harmonia sacra eslava e o ritmo falado das canções. Os coros e os personagens populares desempenham papel de primeira importância. A ópera é uma obra-prima do realismo popular.

Além de Boris Godunov, outra ópera merece citação: Khovantchina (1872-1881), que ficou inacabada. Mas, ao invés da síntese que se observa na outra, em Khovantchina predominam os motivos líricos sobre o realismo. E a obra vale mais pelas suas partes líricas do que pelo poder dramático.

Além das óperas, deixou Mussorgsky importantes ciclos de canções: O quarto das crianças (1868-1872), Sem sol (1874) e, sobretudo, Cantos e danças da morte (1875-1877). Essa última é composta de 4 lieder que estão entre as obras mais perfeitas de Mussorgsky. Utilizando os modos da música sacra eslava o autor conferiu às canções um sabor arcaico e severo, de certo exotismo para os ouvidos ocidentais.

Embora tenha sido compositor eminentemente dramático, Mussorgsky realizou com Quadros de uma exposição (1874) uma obra-prima de sugestão poética. São peças breves para piano, inspirada por uma exposição de desenhos, de Viktor Hartmann. A obra sintetiza elementos poéticos, realísticos e humorísticos e se destaca pela originalidade de suas melodias.



A obra de Mussorgsky teve de atravessar muitas barreiras para ser reconhecida em toda sua originalidade. Entre essas barreiras está o que os seus contemporâneos julgaram ser a sua inexperiência técnica. A ópera Boris Godunov foi "corrigida" e adaptada numa versão de 1896 por Rimski-Korsakov, e foi através dessa versão que conquistou o Ocidente. Outra versão célebre de uma obra de Mussorgsky é a orquestração de Ravel de Quadros de uma exposição, que é uma homenagem à influência de Mussorgsky.

sexta-feira, 3 de julho de 2015

PARTIDA DE UM GRANDE MESTRE

O MUNDO PERDE UM DOS SEUS MAIORES INTELECTUAIS DA ATUALIDADE






Nota do  IIPC  - Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia

"Comunicamos oficialmente a dessoma do Prof. Waldo Vieira, ocorrida hoje, às 17h50, no Hospital Ministro Costa Cavalcante, em Foz do Iguaçu. A pedido do Prof. Waldo não haverá cortejo fúnebre e o corpo será cremado ainda esta noite.
Nossa imensa gratidão ao Prof. Waldo pelo trabalho singular e exemplarismo carismático!
Seja muito bem vindo Zéfiro!"




O Professor Waldo Vieira nasceu na cidade de Monte Carmelo no dia 12 de abril de 1932. Ao longo da vida ele acumulou em seu currículo as profissões de lexicógrafo, dentista e médico, consagrando-se também como importante médium brasileiro. Ao completar nove anos ele se dedica a estruturar sua primeira biblioteca.


Já aos 14 anos ele relata pelo menos 50 eventos mediúnicos e se dá conta do valor do desdobramento espiritual, também denominado projeção. Devota-se então à pesquisa deste tema e, aos 17 anos, elabora várias deduções e organiza significativas referências bibliográficas.

Para concluir suas graduações em Odontologia e em Medicina, na cidade mineira de Uberaba, onde reside nesta época, ele trabalha incansavelmente, e ao mesmo tempo cria variados artigos e obras referentes ao Espiritismo. Neste mesmo período, Waldo conhece Chico Xavier, o médium brasileiro mais importante, e desta parceria resultam várias obras, especialmente a saga psicografada do espírito André Luiz, produzida de 1950 a 1960.

De 1959 a 1966 ele reserva um vasto espaço de sua casa para montar sua biblioteca particular, e simultaneamente se esmera na prática da caridade. Em 1966 ele abandona a militância espírita e se converte em estudioso autônomo, fixando-se na cidade do Rio de Janeiro, aí permanecendo até 1978. Um ano depois, ele publica Projeções da Consciência – Diário de Experiências Fora do Corpo Humano.

Em terras cariocas ele chama a atenção do mundo para suas pesquisas no campo das vivências fora-do-corpo e da Projeciologia, partindo do ponto de vista que estas experiências são fundamentais para a construção da consciência plena. No ano de 1981 o professor torna-se co-fundador do Centro da Consciência Contínua, instituição especializada em investigar estes fenômenos e as condições alteradas da consciência.

Waldo tem um vasto currículo: realizou sua pós-graduação no campo de Plástica e Cosmética, em Tóquio, capital japonesa; escreveu vários tratados, vinte livros e inúmeros artigos sobre Projeciologia e Conscienciologia; integra a Society for Psychical Research, fundação londrina, e aAmerican Society for Psychical Research, de Nova York; co-fundou o Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia (IIPC), o Centro de Altos Estudos da Conscienciologia (CEAEC), aInternational Academy of the Consciousness (IAC), a Associação Internacional para Evolução da Consciência (ARACÊ), a Organização Internacional de Consciencioterapia (OIC) e a Associação Internacional de Inversão Existencial (ASSINVÉXIS).

Seu tratado Panorama das Experiências Fora do Corpo Humano, publicado em 1986, ocupa as prateleiras das principais bibliotecas mundiais e oferece 1907 menções bibliográficas universais sobre a Projeciologia, consagrada como ciência a partir da difusão desta obra. Outro trabalho, 700 Experimentos da Conscienciologia, lançado em 1994, consolida a Conscienciologia como disciplina científica.

Em 1996, Waldo concretiza importante doação ao Centro de Altos Estudos da Conscienciologia (CEAEC), sua própria biblioteca, que contém o mais vasto panorama mundial sobre a Projeciologia. No início do novo milênio o professor se transfere para Foz de Iguaçu, devotando-se a partir daí a um empreendimento grandioso, a elaboração da Enciclopédia da Conscienciologia - seu primeiro volume é publicado em 2006.

Em 2001 ele é incluído pelo International Biographical Center, de Cambridge, Inglaterra, no rol dos Intelectuais do Século XXI. Seu tratado mais novo, lançado em 2006, é intitulado Homo Sapiens Pacificus, e é considerado um dos melhores compêndios sobre Cosmoética ou Ética Cósmica.

Fontes:
http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20081223040325AAmgRdR
http://pt.wikipedia.org/wiki/Waldo_Vieira