terça-feira, 31 de março de 2015

Vinil Edu Lobo - Musica Popular Brasileira - 1977

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Sobre Edu Lobo

Iniciou a carreira profissional em 1961, apresentando-se em casas noturnas ao lado de Dori Caymmi e Marcos Valle.

Em 1962, gravou seu primeiro disco, um compacto duplo contendo "Balancinho", "Sofri, amor" e "Amor de ilusão", canções de sua autoria, bem na linha intimista da bossa nova. O texto de contracapa foi assinado por Vinicius de Moraes, com quem compôs nesse ano "Só me fez bem", que consolidou seu nome entre os novos compositores da segunda geração da bossa nova. Em seguida, passou a trabalhar também uma temática mais social, sob a influência de Sérgio Ricardo, João do Vale, Carlos Lyra e Ruy Guerra, com quem compôs "Canção da terra", "Reza" e "Aleluia".

Em 1963, compôs a trilha sonora de "Os Azeredos e os Benevides", peça teatral de Oduvaldo Viana Filho, com destaque para a canção "Chegança" (c/ Oduvaldo Viana Filho), canção que obteve grande repercussão na época.

No ano seguinte, sua música "Borandá", foi incluída no espetáculo "Opinião". Ainda em 1964, foi convidado para compor a trilha sonora de "Arena conta Zumbi", peça teatral de Gianfrancesco Guarnieri e Augusto Boal, realizada a partir de sua canção "Zambi" (c/ Vinicius de Moraes). O espetáculo estreou no Teatro de Arena de São Paulo, no ano seguinte. A canção "Upa neguinho", composta para o espetáculo, alcançou grande sucesso mais tarde, na interpretação de Elis Regina.

Ainda em 1965, venceu o I Festival Nacional de Música Popular Brasileira (TV Excelsior), com "Arrastão" (c/ Vinicius de Moraes), defendida por Elis Regina. O prêmio projetou nacionalmente o compositor e sua intérprete. Foi finalista, no mesmo evento, com a canção "Aleluia" (c/ Ruy Guerra). Em seguida, seu primeiro LP, "A música de Edu Lobo por Edu Lobo", gravado no ano anterior com produção de Aloysio de Oliveira, foi lançado no mercado pela Elenco. A distribuição foi retardada para que as canções "Aleluia" e "Arrastão", incluídas no disco, continuassem inéditas até o momento do festival. Também nesse nesse ano, apresentou-se, ao lado de Nara Leão, Tamba Trio e Quinteto Villa-Lobos, sob a direção de Aloysio de Oliveira, no show "5 na bossa", realizado na casa noturna Zum Zum (RJ). O show gerou um disco homônimo. Contratado nessa época pela TV Record, atuou em programas semanais transmitidos pela emissora, participando ainda dos espetáculos realizados no Teatro Paramount (SP).

Em 1966, participou do II Festival da Música Popular Brasileira (TV Record) com "Jogo de roda" (c/ Ruy Guerra) e classificou a canção "Canto triste" (c/ Vinicius de Moraes) entre as finalistas do I Festival Internacional da Canção (TV Globo), na interpretação de Elis Regina. Nesse mesmo ano, musicou "Berço de herói", peça teatral de Dias Gomes, nunca encenada por ter sido proibida pela Censura Federal. Também em 1966, gravou com a cantora Maria Bethânia o LP "Edu e Bethânia" e dividiu o palco do Teatro Santa Rosa (RJ) com Sylvinha Telles, Tamba Trio e Quinteto Villa-Lobos, sob a direção de Aloysio de Oliveira. O espetáculo gerou a gravação de um disco ao vivo intitulado "Reencontro". Ainda nesse ano, realizou uma turnê de shows pela Europa, ao lado de Marli Tavares, Salvador Trio e Rosinha de Valença. O grupo apresentou-se em várias cidades da Alemanha, participou do Festival de Jazz de Berlim e fechou a temporada com um show no Teatro dos Champs Elysées, em Paris, onde o compositor permaneceu por quatro meses. Nesse período, compôs a trilha sonora de um filme sobre a Revolução Francesa.

De volta ao Brasil em 1967, participou do II Festival Internacional da Canção (TV Globo), com "Maré morta", e venceu o III Festival da Música Popular Brasileira (TV Record), com "Ponteio" (c/ Capinam), que interpretou com Marília Medalha, o grupo vocal Momento Quatro e o Quarteto Novo, formado por Hermeto Pascoal, Teo de Barros, Airto Moreira e Heraldo do Monte. Ainda nesse ano, lançou o LP "Edu".

Em 1968, classificou em 2º lugar no IV Festival de Música Popular Brasileira (TV Record) "Memórias de Marta Saré" (c/ Gianfrancesco Guarnieri). Nesse mesmo ano, gravou o LP "Edu canta Zumbi", lançado pela gravadora Philips. Participou, ainda, da Bienal do Samba (SP), com "Rainha Porta Bandeira" (c/ Ruy Guerra).

Compôs a trilha de "Marta Saré", peça teatral de Gianfrancesco Guarnieri que estreou em 1969 no Teatro São Pedro (SP), com destaque para a canção-tema "Memórias de Marta Saré". O espetáculo, com direção de Fernando Torres, foi encenado por um elenco encabeçado por Fernanda Montenegro e Antônio Fagundes. Ainda nesse ano, participou do Mercado Internacional do Disco e Editores Musicais (Midem), em Cannes. Em abril de 1969, casou-se com a cantora Wanda Sá, com quem se transferiu para os Estados Unidos, fixando residência durante dois anos em Los Angeles. Nesse período, estudou harmonia e teoria musical com Albert Harris e fez um curso de trilhas de cinema com o compositor Lalo Schiffrin. Participou, como compositor, cantor e instrumentista, do disco de Paul Desmond intitulado "In the hot afternoon", produzido por Creed Taylor, com músicas de sua autoria e de Milton Nascimento.

Em 1970, gravou o LP "Sergio Mendes presents Lobo", lançado pela A&M Records. O disco foi relançado em CD, em 1999, pela Verve, na série "By Request". Nesse mesmo ano, lançou o LP "Cantiga de longe", gravado em Los Angeles, com a participação de Wanda Sá, Hermeto Pascoal, Airto Moreira, Claudio Slon e Oscar Castro Neves. Sua composição foi se tornando mais elaborada, em função de seu aprimoramento teórico. É dessa fase a produção de "Missa Breve".

Em 1971, voltou para o Brasil. Passou a atuar também como compositor de trilhas sonoras para Cinema e Teatro. Compôs a trilha sonora de "Barão Otelo no barato dos milhões", filme de Miguel Borges. Atuou como compositor e arranjador de "Woyzeck", peça teatral de Georg Büchner dirigida por Marilda Pedroso, encenada no Teatro Casa Grande (RJ). Assinou, ainda, os arranjos musicais para um disco gravado por Marília Medalha e Vinicius de Moraes.

Em 1973, foi responsável pela orquestração das músicas de "Calabar ou o elogio da traição", peça teatral de Chico Buarque e de Ruy Guerra, cuja estréia foi proibida pela Censura Federal. Ainda nesse ano, gravou o LP "Edu Lobo", contendo no lado 1 as canções "Vento bravo" (c/ Paulo Cesar Pinheiro), "Viola fora de moda" (c/ Capinam), "Porto do sol" (c/ Ronaldo Bastos), "Zanga zangada" (c/ Ronaldo Bastos) e "Dois coelhos" (c/ Ruy Guerra), e no lado 2 a "Missa breve", escrita em Los Angeles, contendo "Kyrie", "Glória", "Incelensa" (c/ Ruy Guerra), "Oremus" e "Libera nos".

Em 1974, foi contratado como compositor de trilhas sonoras pela TV Globo, tendo sido responsável por doze episódios série "Caso especial". No ano seguinte, compôs, com Gianfrancesco Guarnieri, as canções para o show "Me dá um mote", apresentado em várias capitais brasileiras. Em seguida, assinou, com Vinicius de Moraes, a trilha sonora de "Deus lhe pague", peça teatral de Joracy Camargo, adaptada para uma produção musical feita por Millôr Fernandes. A trilha foi registrada em LP homônimo, lançado pela gravadora EMI.

Em 1976, lançou o LP "Limite das águas", registrando músicas do show "Me dá um mote", além de canções com o novo parceiro Cacaso (Antônio Carlos de Brito).

No ano seguinte, apresentou-se em turnê pela Alemanha, promovendo "Limite das águas", que foi lançado no exterior pela etiqueta MPS.

Em 1978, gravou o LP "Camaleão", lançado no Brasil e no Japão pela Philips/PolyGram.

No ano seguinte, escreveu a trilha musical de "Barra pesada", filme de Reginaldo Farias, premiada no Festival de Cinema de Gramado (RS).

Em 1980 lançou, pela Philips/PolyGram, o LP "Tempo presente". Ainda nesse ano, escreveu e compôs a música para o balé "Jogos de dança", do Teatro Guaíra de Curitiba, lançada em disco pela gravadora Som Livre.

Em 1981 gravou, com Antonio Carlos Jobim, o LP "Edu & Tom - Tom & Edu ".

No ano seguinte, compôs, em parceria com Chico Buarque, a música do espetáculo "O grande circo místico", gravada em LP homônimo lançado pela Som Livre, com a participação de Gal Costa, Tom Jobim, Gilberto Gil, Jane Duboc, Simone, Zizi Possi,Tim Maia, Milton Nascimento, Regininha e Zé Luiz, entre outros artistas.

Em 1984, musicou os filmes "O cavalinho azul", de Eduardo Escorel, e "Imagens do inconsciente", de Leon Hirshman.

Voltou a trabalhar com Chico Buarque nas trilhas sonoras de "O corsário do rei" (1985) e "Dança da meia-lua" (1988), ambas lançadas em disco pela gravadora Som Livre.

Em 1988 participou, acompanhado pelo violonista Paulo Belinatti, do projeto "Ao meio-dia", realizado no Teatro João Theotônio, entrevistado por Ricardo Cravo Albin. O espetáculo obteve muito sucesso, sendo o único da série a ser bisado semanas depois.

Em 1990, compôs a trilha sonora de "Rá-tim-bum", programa infantil realizado pela TV Cultura de São Paulo, gravada em CD lançado pela Sharp.

Tendo atuado principalmente como compositor e arranjador durante a década de 1980, retomou a carreira de intérprete em 1992, gravando o CD "Corrupião", lançado pela gravadora Velas.

Em 1994, foi contemplado com o Prêmio Shell de Melhor Compositor de Música Brasileira, pelo conjunto de sua obra.

No ano seguinte, lançou o CD "Meia noite", ainda pela gravadora Velas, com destaque para "Perambulando", um choro instrumental composto em homenagem a Antonio Carlos Jobim. O disco recebeu o Prêmio Sharp na categoria de Melhor Disco de Música Popular Brasileira. Ainda em 1995, a Lumiar Discos lançou o "Songbook - Edu Lobo".

Em 1996, os discos "Cantiga de longe", gravado nos Estados Unidos em 1971, e "Edu & Tom - Tom & Edu" foram relançados em CD no mercado brasileiro pela gravadora PolyGram.

Em 1997, compôs a trilha sonora de "Guerra de Canudos", filme de Sérgio Resende, em que utilizou o tema que tinha composto anos antes com Cacaso, "Tema de Canudos". Ainda nesse ano, a BMG lançou "Álbum de teatro", disco que registrou algumas de suas parcerias com Chico Buarque para espetáculos teatrais.

Em 2001, compôs, com Chico Buarque, as músicas para o espetáculo "Cambaio", escrito por Adriana Falcão e dirigido por João Falcão. Co-assinou os arranjos com Chiquinho de Moraes para o lançamento da trilha sonora em CD, que contou com a participação de músicos como Cristóvão Bastos, Jurim Moreira, Marcio Montarroyos, Jaques Morelenbaum, Eduardo Morelenbaum, Lúcia Morelembaum e Andréa Ernest Dias, entre outros. No repertório, suas composições instrumentais "Quase memória" e "A fábrica" e as parcerias com Chico Buarque na faixa-título, interpretada por Lenine, "Uma canção inédita" e "Ode aos ratos" interpretadas por Chico Buarque, "Lábia", interpretada por Zizi Possi e "Veneta", interpretada por Gal Costa, além de "A moça do sonho", "Noite de verão" e "Cantiga de acordar", em sua interpretação, sendo a última ao lado de Chico Buarque e Zizi Possi. Também nesse ano, foi convidado para participar de um espetáculo em Tel Aviv, onde se apresentou com a Filarmônica de Israel, sob a regência do Maestro Nelson Ayres, com a participação da cantora Jane Duboc.

Em 2002, recebeu, com Chico Buarque, o Grammy Latino, na categoria MPB, pelo CD "Cambaio".

Em 2005, apresentou-se no Centro Cultural Belém, em Lisboa, para uma platéia de 800 pessoas, sendo aplaudido de pé durante dez minutos consecutivos. Nesse mesmo ano, fez shows no Mistura Fina (RJ), acompanhado de Cristóvão Bastos (direção musical, arranjos e piano), Jorge Helder (baixo) e Rafael Barata (bateria).

Lançou, em 2007, o DVD "Vento bravo", contendo o registro do show realizado no início de 2005 no Mistura Fina (RJ) e também um documentário com roteiro e direção de Beatriz Thielmann e Regina Zappa, e fotografia de Walter Carvalho. Ainda em 2007, a Som Livre lançou a coletânea “O melhor de Edu Lobo”, da série “Brasil Sempre”, contendo os fonogramas originais de suas composições “Borandá”, “Chegança” (c/ Oduvaldo Viana Filho), “Reza” (c/ Ruy Guerra), “Arrastão” (c/ Vinicius de Moraes) e “Aleluia” (c/ Ruy Guerra), todas com a participação especial do Tamba Trio, “Cirandeiro” (c/ Capinam) e “Pra dizer adeus” (c/ Torquato Neto), ambas com a participação especial de Maria Bethânia, “Corrida de Jangada” (c/ Capinam), com a participação do quarteto 004, “Ponteio” (c/ Capinam), “Vento bravo” (c/ Paulo César Pinheiro), “Viola fora de moda” (c/ Capinam), “Upa, Neguinho” (c/ Gianfrancesco Guarnieri), “Candeias”, “No Cordão da Saideira”, “Canto triste” (c/ Vinicius de Moraes), “Casa Forte”, “Jogo de Roda” (c/ Ruy Guerra) e “Rancho de Ano Novo” (c/ Capinam). Ainda em 2007, a Som Livre lançou a coletânea “O melhor de Edu Lobo”, da série “Brasil Sempre”, contendo os fonogramas originais de suas composições “Borandá”, “Chegança” (c/ Oduvaldo Viana Filho), “Reza” (c/ Ruy Guerra), “Arrastão” (c/ Vinicius de Moraes) e “Aleluia” (c/ Ruy Guerra), todas com a participação especial do Tamba Trio, “Cirandeiro” (c/ Capinam) e “Pra dizer adeus” (c/ Torquato Neto), ambas com a participação especial de Maria Bethânia, “Corrida de Jangada” (c/ Capinam), com a participação do quarteto 004, “Ponteio” (c/ Capinam), “Vento bravo” (c/ Paulo César Pinheiro), “Viola fora de moda” (c/ Capinam), “Upa, Neguinho” (c/ Gianfrancesco Guarnieri), “Candeias”, “No Cordão da Saideira”, “Canto triste” (c/ Vinicius de Moraes), “Casa Forte”, “Jogo de Roda” (c/ Ruy Guerra) e “Rancho de Ano Novo” (c/ Capinam). No dia 19 de Dezembro de 2007, foi homenageado no Instituto Cultural Cravo Albin, encerrando a série "Sarau da Pedra", projeto realizado com patrocínio da Repsol YPF e apoio da gravadora Biscoito Fino. No evento, foi afixada no Mural da Música do instituto, diante da presença de várias personalidades da cena cultural carioca, uma placa com seu nome, a ele dedicada pela relevância de sua obra musical. Produzida por Heloisa Tapajós e Andrea Noronha, a comemoração contou com palestra do crítico musical Antonio Carlos Miguel e um show realizado por Mauro Senise (sax e flauta), Itamar Assiere (teclado) e Paulo Russo (contrabaixo), com músicas de autoria do compositor homenageado.

Em 2010, lançou o CD “Tantas marés”, contendo suas composições “Coração cigano”, “Primeira cantiga”, “Tantas Marés (Ex - Vestígios)”, “Qualquer caminho”, “Dança do corrupião” e “Perambulando”, todas em parceria com Paulo César Pinheiro, “Ode aos ratos”, “Ciranda da bailarina”, “A bela e a fera “ e “A história de Lilly Braun”, todas com Chico Buarque, “Angu de caroço” (c/ Cacaso) e “Senhora do rio”. O disco contou com a participação de Cristóvão Bastos (produção e arranjos, e piano na faixa “Primeira cantiga”), Monica Salmaso (voz em “Primeira cantiga”), Alberto Continentino (baixo acústico em “Primeira cantiga”), Lula Galvâo (guitarra em “Ode aos ratos”), Carlos Malta (flauta em “Ode aos ratos”), Jurim Moreira (bateria em “Ode aos ratos”), Mauro Senise (sax alto e piccollo em “Angu de caroço”), José Canuto (sax alto em “Angu de caroço”), Henrique Band (sax tenor e flauta em “Angu de caroço”), Jessé Sadoc (trompete em “Angu de caroço”), Carlos Prazeres (oboé em “Qualquer caminho”), e ainda Bernardo Bessler, Daniel Guedes, Jesuína Passaroto e Marcio Mallard (em “Perambulando”). Nesse mesmo ano, fez show de lançamento do disco “Tantas marés” no Espaço Tom Jobim, no Jardim Botânico (RJ), tendo a seu lado os músicos Cristóvão Bastos (piano, arranjos e direção musical), Jorge Helder (contrabaixo), Lula Galvão (violão), Carlos Malta (sax e flautas), Jurim Moreira (bateria) e Mingo Araújo (percussão). Também em 2010, a cantora Vânia Bastos lançou o CD ”Na Boca do Lobo”, dedicado à sua obra musical. No repertório, as faixas “O Circo Místico” e “Meia-noite”, ambas com Chico Buarque, “Canção do amanhecer” (c/ Vinicius de Moraes), “Vento bravo” (c/ Paulo César Pinheiro), “Negro, Negro” (c/ Capinan), “Tempo presente” (c/ Joyce), “Upa, Neguinho” (c/ Gianfrancesco Guarnieri), “Casa Forte”, “No Cordão da Saideira”, “Glória” e “Gingado dobrado” (c/ Cacaso), nesta última com sua participação vocal.

Em 2011, apresentou-se no Instituto Moreira Sales (RJ), interpretando as canções da trilha sonora do musical “O Grande Circo Místico”, de sua parceria com Chico Buarque, acompanhado dos músicos Cristóvão Bastos (piano) e Carlos Malta (sopros). Nesse mesmo ano, numa parceria do Instituto Cultural Cravo Albin com o selo Discobertas, foi lançado o box "100 Anos de Música Popular Brasileira", contendo quatro CDs duplos, com áudio restaurado por Marcelo Fróes da coleção de oito LPs da série homônima produzida por Ricardo Cravo Albin, em 1975, com gravações raras dos programas radiofônicos “MPB 100 ao vivo” realizadas no auditório da Rádio MEC, em 1974 e 1975. O compositor participou do volume 6 da caixa, com sua canção “Pra dizer adeus” (c/ Torquato Neto), na voz de Pery Ribeiro.

Em 2012, apresentou-se na casa Miranda (RJ), interpretando a trilha sonora do espetáculo musical “O Grande Circo Místico”, de sua parceria com Chico Buarque. Nesse mesmo ano, apresentou-se na casa Miranda (RJ), interpretando a trilha sonora do espetáculo musical “O Grande Circo Místico”, de sua parceria com Chico Buarque.

Lançou, em 2013, o CD “Edu Lobo e The Metropole Orkest “, gravado ao vivo, em 2011, no Teatro Beurs Van Berlage, na Holanda, com arranjos de Gilson Peranzzetta (piano e acordeom) e participação especial de Mauro Senise (flauta e sax). A orquestra atuou sob a regência do maestro Jules Buckley. Nesse mesmo ano, celebrando seu 70º aniversário, apresentou, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, o show “Edu Lobo 70 anos”, com a participação de Bena Lobo, Chico Buarque, Maria Bethânia e Monica Salmaso. Ainda em 2013, ecebeu indicação à 14ª edição do Grammy Latino, na categoria Melhor Álbum MPB pelo CD "Edu Lobo & Metropole Orkest". Também nesse ano, recebeu indicação à 14ª edição do Grammy Latino, na categoria Melhor Álbum MPB pelo CD "Edu Lobo & Metropole Orkest".Ainda em 2013, seu acervo, contendo cadernos de partituras escritas à mão, fotos de família, reportagens, cartazes e filmes em Super-8, começou a ser digitalizado pelo Instituto Antonio Carlos Jobim, com estimativa de ser disponibilizado no site em 2014. Em 2014, o show gravado ao vivo no RJ virou o álbum “Edu 70 anos”. Com participação da Orquestra de cordas e do sexteto que costumava acompanhá-lo, o músico apresentou as faixas “Cirandeiro” e “Para dizer adeus” (ambas em dueto com Bethânia), “No cordão da saideira” e “Ponteio” (com Bena Lobo), “A mulher de cada porto”, “Coração cigano” e “Valsa brasileira” (com Monica Salmaso), “Lábia”, “Choro Bandido” e “A história de Lily Braun” (com Chico Buarque), “Chegança”, “Vento bravo”, “Ave rara”, “Noite de verão”, “Frevo diabo”, “Canto triste”, “Pé de vento”, “Beatriz” e “Na carreira”, música cantada a quatro vozes, com seus três convidados. Nesse mesmo ano, lançou a biografia musical “Edu Lobo - São bonitas as canções”, assinada por Eric Nepomuceno. O livro trouxe curiosidades e histórias sobre a amizade e a parceria musical com Vinicius de Moraes.






quarta-feira, 25 de março de 2015

Os Melhores do Jazz - Duke Ellington



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Os melhores do Jazz !!
BIOGRAFIA





O compositor e bandleader Ellington conduziu um das orquestras mais notáveis e autodefinidas do jazz durante 50 anos. Não só manteve uma visão musical consistente onde pode desenvolver o seu trabalho como um compositor, mas se sustentou durante décadas com um núcleo leal de solistas que construiram suas próprias marcas na história do jazz.
Dentro do contexto de direção de uma banda, Ellington se tornou figura única no mundo do jazz ao produzir um songbook da canção popular americana comparável em amplitude e profundidade ao que foi gerado por Gershwin, Rodgers, Berlim e Arlen.

Canções como "Mood Indigo", "Solitude", "In A Sentimental Mood", "Don't Get Around Much Anymore" e muitos outros foram executados amplamente e se tornaram standards americanos.

Ellington nasceu em 29 de abril de 1899, e cresceu em um ambiente de classe-média em Washington, D.C. Ele começou a tocar piano com sete anos nos estilos de ragtime e stride. Ele veio para New York com os Washingtonians, e logo assumiu liderança quando Snowden partiu.

Ellington ficou com um grupo de instrumentistas que permaneceriam com ele durante anos e o seguiriam até o topo: Sonny Greer, Otto Hardwick, Arthur Whetsol e Fred Guy. Antes do final dos anos vinte, entraram para o grupo: Harry Carney, Johnny Hodges e Cootie Williams, cada um permanecendo com Ellington até nos anos sessenta.

Os anos de formação da banda de Ellington cobrem de 1924 até 1935. Na seção rítmica a tuba e o banjo foram substituídos pelo baixo e violão e Lawrence Brown trouxe um som único para o trombone. O período também rendeu uma combinação de sucessos para Ellington, como "Rockin'In Rhythm", "Black And Tan Fantasy", "Creole Love Call, que permaneceriam no seu repertório até o fim.

O período de maturidade começa em meados dos anos trinta e atinge o auge no período de 1940-45. As presenças de Jimmy Blanton no baixo e de Ben Webster no sax-alto foram fundamentais na construção de "Ko Ko", "Concerto For Cootie", "Jack The Bear", "Cotton Tail", "Harlem Airshaft" e "Take The A Train", todas gravadas pela RCA.

Este período de intensa criatividade estende até sua composição mais ambiciosa de Ellington, o épico "Black, Brown And Beige", concebido em 1943. Depois da guerra, seu som sobreviveu, mas a intensidade compositional caiu muito até o final da década, Ellington perdeu muito das suas distintas vozes.

O período moderno, ou a Era de Newport começa em 1951 quando Sonny Greer foi substituído por Louis Bellson e a banda ganhou uma nova agilidade rítmica. Bellson ficou durante aproximadamente três anos, no final sendo substituído por Sam Woodyard.

Mas a flutuação rítmica da banda sempre era fixa com um rasto moderno e melhorias sutis inspiradas em sua musicabilidade. Quando Johnny Hodges voltou depois de uma ausência de cinco anos, Ellington sentiu-se revigorado e pronto para seguir adiante.

O desempenho histórico de "Diminuendo And Crescendo In Blue" no Newport Jazz Festival de 1956 abriu uma era nova de prosperidade para Ellington que reavivou a composição e produziu uma sucessão de trabalhos estimulantes, de "Such Sweet Thunder" (1957) para "The Far East Suite" (1966).

Durante os anos finais da banda, início de 60 até 1974, a morte cortou fora o que tinha parecia ser imutável. Duke Ellington morreu de câncer no dia 24 de maio de 1974, mas a banda continuou de forma irregular, sob a direção de seu filho Mercer Ellington.

Do site http://clubedejazz.com.br/ojazz/jazzista_exibir.php?jazzista_id=174

terça-feira, 24 de março de 2015

Lp Sepultura - Arise -1993






Promoção na Sebostore deste belo album ( da minha coneção particular !!!  risos  
Confira !!!

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SEPULTURA - HISTORIA

Foi em Belo Horizonte, no ano de 1983 que a história do Sepultura começou. Mais precisamente quando os irmãos Cavalera Max e Igor decidiram chamar seus amigos de colégio Paulo Junior e Jairo para montar uma banda.

Um ano depois, num festival de bandas em Belo Horizonte, a Cogumelo Records contrata a banda, após o dono da gravadora ter assistido o show do Sepultura, e o grupo decide fazer um disco. O nome é Bestial Devastation, que foi gravado em apenas dois dias (dividido com a banda Overdose), mas só seria lançado em 1985. A banda, então, faz uma tour brasileira pra promover o novo petardo.

Já em 1986, é gravado o Morbid Visions, ainda pela Cogumelo Records e a banda sai em turnê novamente. Pouco depois, a gravadora relançaria o Bestial Devastation e o Morbid Visions em um só LP/CD. Ainda no mesmo ano, o guitarrista Jairo sai da banda, e Andreas Kisser, que já havia feito algumas jams com o grupo, junta-se a ele. Ainda em 86, o Sepultura processou o selo Shark por ter lançado albuns do Sepultura fora do Brasil.

No ano seguinte, depois de escrito o álbum, sai o Schizophrenia, que foi o primeiro com Andreas na guitarra, e o último com a produção da gravadora Cogumelo. Foi com esse disco que a banda disparou, e vendeu cerca de 10.000 cópias nas primeiras semanas. A gravadora New Renaissance lançou o disco nos Estados Unidos.

Em 89, o Sepultura assinou com a Roadrunner Records, conseguindo um contrato de (pasmem!) sete anos. Como era o que a banda precisava (grande contrato numa grande gravadora), lançaram o novo disco pelo novo selo, sendo o terceiro petardo do grupo: Beneath the Remains. Este foi gravado em nove dias e produzido por Scott Burns. O disco
foi um dos melhores lançamentos do ano sendo comparado até a Reign in Blood, do Slayer. E, pela primeira vez, o Sepultura sai em tour fora do Brasil, tocando junto com o Sodom na Áustria.

Em 90, a banda toca em vários shows, incluindo o Dynamo Open Air Festival, com cerca de 26.000 pagantes, e conhecem Gloria Bujnowski, empresária do Sacred Reich. O grupo decide tê-la também como empresária. Depois das apresentações, o Sepultura entra em estúdio para regravar Troops of Doom, que a RoadRunner usaria para relançar o Schizophrenia remixado. Ainda no mesmo ano, a Cogumelo relança Bestial Devastation com uma nova versão de Troops of Doom. É a batalha entre as gravadoras.

Em 1991, o Sepultura toca no Rock in Rio II, para 50.000 pessoas. Dois meses depois, a atual gravadora da banda lança Arise, que vende cerca de 160.000 cópias nas 8 primeiras semanas, sendo considerado pela grande maioria dos fãs de longa data, o melhor disco do grupo.

No mesmo ano, são lançados alguns singles, como Arise, Under Siege (Regnum Irae), Dead Embryonic Cells e Altered State.

Em 92 Third World Posse é lançado. O cd tem 3 músicas ao vivo tiradas do vídeo Under Siege (ao vivo em Barcelona), além de Drug Me (de Jello Biafra) e Dead Embryonic Cells, do disco Arise. Ainda em 92, acontece o casamento de Max com a atual empresária Glória.

Em 93, o Sepultura lança o disco Chaos AD, que já possuía influências tribais e já não tinha toda a violência de Arise, e menos ainda dos primeiros álbuns da banda. Ainda assim, percebia-se que a banda ainda se preocupava com a situação geopolítica mundial, pois pérolas como Refuse/Resist e Territory estão incrustadas neste álbum, além de Manifest, que denunciava o massacre da penintenciária do Carandirú, famosa chacina de presidiários.

Chaos AD também inclui um cover do New Model Army, The Hunt. Biotech is Godzilla foi escrita por Jello Biafra, além de uma faixa especial, onde os integrantes se acabam de rir e gritar, e mais uma versão de Polícia, dos Titãs, disponível apenas na versão brasileira do CD. O single Territory também é lançado nesse mesmo ano. Ainda em 93 nasce o primeiro filho de Glória e Max: Zyon.

Em 1994, o EP Refuse/Resist é lançado. O álbum é uma espécie de coletânea com músicas ao vivo, de estúdio, Drug Me (de Jello Biafra) e ainda uma música de nome Inhuman Nature, da banda Final Conflict. O single Slave New World é lançado.

No mesmo ano, a banda é registrada como sendo o primeiro grupo terceiro mundista a tocar no Donington Monsters of Rock, na frente de 50.000 pessoas, quantidade equalitária ao Rock In Rio II, onde o Sepultura também foi atração (pra quem diz que o Brazil não tem público como na Europa).

Em 94, Andreas se casa com Patrícia, e a banda começa a compor material para novo álbum e single. No ano seguinte, o segundo vídeo do Sepultura, o Third World Chaos é lançado, contendo alguns clips da banda, trechos de entrevistas com a MTV brazileira, americana, européia, até japonesa. O vídeo contém até um trecho de entrevista em que o entrevistador é Bruce Dickinson (quando ele tinha de seu programa de entrevistas na rede inglesa de televisão). Ainda em 95, nasce Giulia Cavalera, a primeira filha de Patrícia e Andreas; Igor se casa com Monika, e Igor Amadeus, segundo filho de Glória e Max, nasce.

Em 1996, o single Roots Bloody Roots é lançado, contendo 4 faixas: Roots Bloody Roots, Procreation of the Wicked (um cover da banda black metal oitentista Celtic Frost), Refuse/Resist e Territory (ambas gravadas ao vivo em Minneapolis, EUA). Como de praxe, outros singles foram lançados: Ratamahatta e Attitude. Mais tarde, no mesmo ano, sai Roots, um dos álbuns mais aguardados do ano.

O disco mostrou um lado mais experimental da banda, com uma música com participação de Carlinhos Brown (Ratamahatta), e presença ao longo do disco de percussão, berimbau e várias batidas tribais. O disco contém ainda duas músicas gravadas conjuntamente com os índios Xavantes, no Mato Grosso (Jasco e Itsari). A versão brasileira tem também Procreation of the Wicked e Symptom of the Universe do Black Sabbath, além de Lookaway, escrita por Jonathan Davis da banda Korn.

Em meados de 96, a banda fica sabendo do assassinato de Dana Wells, filho de Gloria Cavalera. Max e Gloria vão para os EUA e o Sepultura toca em trio no Donnington 96, com Andreas nos vocais. O grupo termina a tour tocando no Ozzfest, após cancelar 3 semanas de shows dos Estados Unidos. Mais tarde, a Roadrunner lança a coletânea The Roots of Sepultura.

Finalmente, em dezembro de 1996, chega a bomba: Max Cavalera deixaria a banda. Aconteceu quando os outros três integrantes, em reunião, decidem demitir Gloria Cavalera do posto de empresária da banda, alegando que esta dava apenas espaço para seu marido, Max, ao contrário de antigamente, quando o Sepultura aparecia, todos os 4 integrantes estavam na foto, e não apenas Max Cavalera. Com a esposa fora da banda, Max se sente traído e resolve separar seu caminho do caminho do resto da banda. A discussão é imensa.

"Durante este um ano e meio, pensamos em tudo", diz Andreas. "De fato, pensamos em dizer se foda a todo mundo, se foda a música, se fodam as bandas, a porra toda. Mas não tomamos nenhuma decisão durante o período mais turbulento, porque essas decisões geralmente se mostram erradas, mais tarde. Fizemos as coisas calmamente, e levamos o tempo necessário para pensar a respeito da situação toda". Ainda nesse ano, nasce a primeira filha de Igor e Monika, Joanna.

Em 1997, sai outra coletânea: Blood-Rooted. A Roadrunner lança também uma coleção de músicas do Sepultura, com versões alternativas e demos: o B-Sides, além de relançar todos os discos do Sepultura até Arise, com os nomes de Gold CD re-issue, remasterizados e com faixas bônus. Sai ainda o vídeo We Who Are Not as Others.

Então, em 98, o Sepultura volta com um novo single, Against, mostrando todo o poder do novo vocalista Derrick Leon Green, apelidado carinhasamente de Predador. O single, produzido por Howard Benson e mixado por Bill Kennedy, levou o Sepultura ao terreno onde eles provavelmente estarão daqui por diante.

"Não sabíamos nem se devíamos usar o nome Sepultura, diz Igor Cavalera a respeito da evolução da banda. Decidimos que escreveríamos algumas músicas primeiro, e se não soasse como Sepultura, então pararíamos de usar o nome na mesma hora. Mas logo que tínhamos as músicas, vimos que tínhamos razão para manter o nome. E quanto mais tocamos, mais confortáveis nos sentimos. O único apoio que tivemos
durante todo o tempo foi tocar música. Várias pessoas pensavam que o Sepultura era apenas Max, e que nós éramos apenas músicos por detrás dele", diz Andreas. "Mas o Sepultura sempre foi todo mundo junto, e com a contribuição de todos para as idéias. Temos a mesma atitude, a mesma música, a mesma mensagem. A única coisa diferente é que Derrick está aqui, agora."

Nascido em Cleveland, Derrick Green canta desde os 16 anos, quando entrou na banda hardcore Outface. Ele e o guitarrista se mudaram para Nova Iorque após seis anos juntos para formar a Overfiend. Quando o Sepultura anunciou que estavam procurando por um novo vocal, um dos produtores da Roadrunner enviou-lhes uma demo do Overfiend e pediu para darem uma olhada.

"Nós enviamos pra ele uma fita de Choke e pedimos para colocar vocal nela, relembra Andreas. Nós gostamos pra caralho, então o convidamos para vir ao brazil, porque ficaríamos aqui até o fim do ano passado. Então nos juntamos, e na mesma hora, sacamos que ele era
o cara. Não apenas por causa das habilidades do Derrick, mas porque ele é como nós. Ele realmente acredita nas mesmas coisas, tem o clima certo, além do quê ele adora futebol."

Em maio, o Sepultura viajava para o Japão para gravar, junto com a banda de precussão japonesa KODO, a música Kamaitachi, uma das faixas do novo album. Já em abril, começa a gravação das músicas restantes, já com a participação de Derrick.

Em agosto, o Sepultura toca no show Barulho Contra a Fome,
que serviu para angariar fundos e comida para os pobres, e o segundo single da banda, Choke, é agendado para ser lançado em Novembro.

Sobrevivendo ao período mais difícil de suas carreiras, o Sepultura retoma suas atividades e volta com seu novo álbum, que falará por eles. "É uma boa hora pra voltar à idéia do que o Sepultura é!", conclui Igor. "Não é apenas eu, ou Andreas, ou Paulo, ou o Derrick - é a química de quatro pessoas tocando juntas."

Texto retirado do site http://www.bn.com.br/edson/nacional/sepultura/historia.html


sábado, 21 de março de 2015







Um dia, quem sabe, o homem poderá compreender a si mesmo, rompendo barreiras do mistério, transpondo os seus próprios limites. E conhecer a verdade de Deus nos remete ao território inimigo, onde Satanás manipula, desafia as leis da Divindade e se alia aos demônios do pensamento, na tentativa de nos persuadir e de destruir a nossa fé.


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Esperamos que nossa proposta se encaixe dentro do seu perfil e que possamos juntos contribuir para a formação cultural do nosso país, alimentando nossos sentidos com algo da mais alta capacidade humana.

Palavra do músico
Com o crescimento do virtualismo dos livros e dos sons digitais, há quem, com seus sentidos exigentes, sinta falta do efeito visual e das características sonoras das vitrolas e dos pickups.

Não há nada mais mágico e aguçado do que folhear as páginas de um livro, em especial os usados, pois em me vem a curiosidade de saber quem o manuseou? por que manuseou? o que buscava naquele exemplar? Qual a sua personalidade? É como um presente deixado para nós por alguem que não conhecemos.

Aos vinis minha reverência e respeito. É salutar sentar-me à poltrona e ir até aquela tecnologia antiga, vintage, e inseri-lo no seu lugar de direito, como faziam os antigos nobres. Suas capas são um capítulo à parte. Cuidar de um vinil é como cuidar de uma esposa linda e frágil, que necessita de nós para continuar brilhando.


Nós, da SeboStore, nos preocupamos com o seu gosto e sua cultura, compartilhamos com vocês os mais elevados sentimentos revelados pelas artes, em especial a leitura e a música.


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Nilson A. Silva
Musico, compositor, arranjador, Terapeuta Tacai, administrador da SeboStore.com